sexta-feira, junho 26, 2009
Memórias de tempos passados
Passeio por estas ruas que, em tempos, eram o pátio das minhas brincadeiras, o meu recreio, mas que hoje são apenas ruas por onde passeio, ruas da minha prisão pessoal. Sim, estou presa, falta pouco para sair, mas por agora não consigo. Fujo, mas acabam sempre por me apanhar e voltar a aprisionar, nesta terra, neste pequeno grande mundo de pernas para o ar, sem lógica e sem qualquer sentido. Por debaixo das terra e da erva tudo apodrece... e eu não quero, não posso, não consigo continuar aqui. Tentam que eu apodreça, que me junte à demais sujidade, mas eu não vou ceder, não posso. Por isso não saio, por isso fecho-me num dos únicos sítios que ainda não apodreceu, que continua verdejante e vivo, ameaçado pelos vermes e insectos, mas que ainda resiste. Estas ruas, elas aprisionam-me, estas pessoas, elas oprimem-me, mas eu resisto, eu luto, travo uma batalha contra a maioria, defendo a minha pequena anarquia, que jamais conseguiram destruir. Tudo, para mim, mudou. Quando somos crianças não vemos o mundo que nos rodeia com os mesmos contornos que quando somos adolescentes. Apercebemo-nos que algo está mal, mas, desde que tenhamos amigos e que não se acabem as brincadeiras, por nós tudo bem. Mas agora que os amigos se tornaram inimigos, agora que conhecemos o outro lado do mundo, pensamos duas vezes e vemos que nem tudo é o que parece. Já nada me prende aqui, já nada me impede de partir. Sei que não deixo nada para trás, porque tudo aquilo que mais amo está guardado comigo no meu coração. Vou arrancar o rótulo que me puseram, começar uma nova vida, ter um futuro. Voltarei um dia, talvez para visitar aqueles que um dia me tentaram deitar abaixo, deixar que eles me vejam, para que vejam que mudei, que não me souberam dar valor, que tudo o que fizeram só me tornou mais forte. Espero, não, luto para que esse dia chegue, porque nesse dia, todas aquelas memórias de tempos passados, todo o sofrimento, terá valido a pena, porque consegui o que queria. Nesse dia, serei a pessoa mais feliz e vingada do mundo. Não me vou esquecer de nada, o meu coração guardará todas as cicatrizes que me infligiram. Já que não me vou juntar a eles, vou vencê-los no seu próprio jogo. Assim será.
sábado, junho 20, 2009
Sonhos, vidas, mundos
sonhando que vivo vivendo,
num mundo que eu entendo.
Será real? Não sei,
como posso eu saber,
se, nem ainda sei,
se vivo num sonho,
ou sonho viver?
Será fantasia? Talvez
Num mundo tão irreal,
desleal e desigual,
não vejo qual é o mal
de viver num sonho.
De sonho em sonho,
é assim que vou vivendo
é este o meu eterno alimento
é assim que vou aprendo
e assim me sustento.
Prefiro assim viver
do que andar a recolher
os restos de um mundo
que já não o é,
passou a imundo,
pobre e sujo
como um vagabundo.
E assim vou sonhando
E assim vou vivendo
Até ao final do meu sonho.
Dádiva
mas, no fundo sei,
que só o sou
porque, a este mundo,
tudo dei.
Dei suor,
lágrimas,
e restos de dor,
Dei-lhe risos,
felicidade,
orgulho e amor.
Tanto dei,
que julguei, então,
sem nada ter ficado,
Só que o mundo,
cruel vagabundo,
não se deu por contentado,
Arrancou-me tudo quanto era bom,
Despiu-me, maltratou-me, sujou-me.
Fiquei pobre,
de tudo o que dei,
apenas me restam cinzas e restos,
e foi com isto que fiquei
mais o meu coração.
Apesar de tudo ter dado,
apercebi-me, depois,
de, lá no fundo,
estar guardado,
dentro do coração,
bem fechado,
tudo aquilo que de bom há:
amizade, felicidade,
bondade,verdade,
bons e maus momentos:
toda uma vida intacta,
conservada apesar das adversidades,
dos choques, sofrimentos,
roubos e outras maldades.
Foi aí que compreendi,
que pobre nunca fui,
nem nunca serei,
tenho em mim guardadas
as maiores riquezas e tesouros
jamais imaginadas.
São elas que fazem de mim
lá no fundo
A mulher mais rica do mundo.
domingo, maio 31, 2009
Agradecimentos
No início do ano eu era diferente daquilo que sou agora, não só no aspecto mas também na maneira de encarar a vida. A minha vida era o meu futuro, o meu aspecto não importava, pois por mais que fizesse não iria ficar bonita, tinha que agradar a tudo e todos para estar bem comigo própria e tinha que simplesmente seguir a rotina, todos os dias, como sempre, ficando sempre em 2ºplano, colocando os meus interesses em 2ºplano, colocando a minha felicidade em 2ºplano. Mas agora não. Agora vivo no presente, aproveito-o, aprendi a viver o momento e a pensar um pouco menos no futuro. Percebi que antes de gostar de alguém tenho que gostar de mim, conseguir olhar para um espelho sem ter medo de o partir, percebi que o que os outros pensam daquilo que eu uso ou deixo de usar não me interessa, só eu é que tenho o direito a escolher como modelar o meu aspecto. Compreendi que não posso estar com toda a gente ao mesmo tempo, que na vida há que fazer escolhas, escolhas essas que nos façam felizes, que sejam boas para nós e que nos ajudem a crescer como pessoas e eu escolhi. Foi uma escolha, foi o quebrar da rotina, a mudança que eu precisava. Por essas mesmas razões, acho que, depois de um ano a ajudarem-me a mudar, a aturarem as minhas infantilidades e a aceitarem-me como sou, o mínimo que posso fazer é agradecer, em especial, à Mariana, à Mónica,à Carlota e à Cris. Não há nenhuma ordem especial, nem estou a dizer que só elas é que me ajudaram, só que elas merecem um reconhecimento especial por tantas razões mas em especial, por terem entrado na minha vida. É a elas a quem devo um ano espectacular, com bons e maus momentos, mas que só tornaram mais fortes a nossa amizade. Posso dizer, tal como já elas devem saber, que elas são minhas melhores amigas, tal como outras pessoas que já o eram e continuam a ser. Graças a elas mudei, deram-me a coragem que necessitava para o fazer, ralharam-me por não o ter feito antes e apoiaram-me contra tudo e contra todos quando eu mais precisava.
Às vezes as palavras são a melhor maneira de eu me expressar, mas não há palavras que descrevam o quanto significam para mim. Obrigada meninas :')
segunda-feira, maio 11, 2009
Amor, Amar
sábado, maio 09, 2009
Black Heart Inertia
it's done,
another one made me bite the dust.
Now
All there is to do is
Survive.
Isn't it what we all do?
My heart is back
To the black inertia.
The lights are out
I cry out in my sleep,
It's such a lovely day
to suffer, to experience rejection.
Tonight the stars shine
Tonight the moon is full
But I can't stop thinking
How I was a fool.
The story repeats itself
Too many times,
Too many people.
Why me?
Hasn't my heart experienced enough pain?
Were all my fights in vain?
I try not to think
I try not to feel
But all that I want to do
Shouting to the air
And kneel.
My heart is black
The pain is back
All I see is a rope in my neck
But I won't surrender
That's what a coward would do
No, I'm here to stay, I'm here to fight
But not for you...
sábado, maio 02, 2009
Incompreensível
Não penso
Desespero
Não falo
Não ouço
Não quero ouvir,
Falar,
Pensar,
Sentir.
Digo não,
porque não quero dizer sim,
Não me calo
Porque quero falar
Mas diga o que disser
nada se vai alterar
Falo na esperança
De um dia alguém me conseguir calar.
Falo de esperança,
Penso em desespero.
Sem extremos,
Sem medidas,
Sem limites.
Não quero pensar,
Porque penso em ti,
Não te quero ver,
Já só quero esquecer
Que existes,
Que desististe,
Que não insistes.
Nada mais há a dizer
Sofreste,
mas agora és tu que fazer sofrer.
O Homem do Cachimbo
Todos os dias o vejo,
Quando o novo dia que nasce
ainda parece miragem.
Surge de um caminho encoberto
Envolto na névoa despertina
Às costas leva a carga pesada
Que o traz desperto.
Roupagem simples e desgastada
Rosto fatigado, marcado pelo tempo
E entre a boca e a bigodaça avantajada
Um cachimbo aceso, atiçado pelo vento.
Não sei quem ele é,
De onde veio,
Para onde vai,
Nem onde trabalha,
Nem quando entra ou sai.
Mas aquele cachimbo que fuma
Envolve-o num misto intemporal
Como se ao vê-lo no momento
Estivesse a andar para trás no tempo.
A voltar a outras épocas
Outras alturas
Onde todos os dias
Encerravam aventuras,
Onde havia gentlemans
fumando cachimbo.
Fico perdida neste limbo,
E a sonhar com outros tempos,
Mas quando acordo percebo
Que era um sonho, e tudo o que restou
Foi o homem do cachimbo
Que por mim passou.
quinta-feira, abril 30, 2009
De volta de um sonho...
Ou num sonho sonhei que vivia
Num outro sonho,
Onde os sonhos eram vida
E a vida era o sonho.
Todos sonhavam,
Todos viviam,
Todos sentiam,
Todos amavam,
Sem excepções,
Sem porquês,
Havia limites? Não.
A resposta para as perguntas
Estava na nossa imaginação.
O sonho acabou,
Mas a vida continua,
Sempre continuou
E sempre assim será,
Mas viveremos nós num sonho?
Ou sonhamos nós que vivemos?
Ninguém sabe,
Como poderiam saber?
Talvez tudo seja um sonho,
Onde sonhamos viver…
sábado, abril 18, 2009
O meu paraíso é uma sala de cinema
Nela reina o silêncio, a calma mansidão quebrada pela banda sonora, pela actriz que (faz) que chora, pelo barulho das roldanas, pelo crepitar da película queimada. Tudo negro, escuridão total, as luzes não se acendem, nem mesmo no final. Um final, que não o é, pois mal acaba um filme, seguem-se outros sem paragens, nem intervalos.
Vejo filmes, aprendo com eles, revejo-me neles, choro com eles. Ah! Que bom é poder nada fazer e no entanto tudo ver. Magia, emoção, romance, drama, acção. E existe até lugar para o real, para o chocante e para o banal.
Tudo isto me faz sonhar, imaginar, inventar novas histórias e finais. Viajo por mundos de tanta magia e emoção que nem acredito que nunca saí do meu cadeirão!
Ao meu lado, um balde de pipocas estaladiças e um copo de sumo, não há mais nada, nem sequer uma réstia de fumo. Acaba um filme, mas começa outro, e neste turbilhão esqueço o filme da minha vida que é tão diferente, ao qual digo: Até mais não!
quarta-feira, abril 15, 2009
Something in the way...
Não me enquadro,
Sou peça do puzzle,
E, no entanto, estou sempre a mais nele.
Sou a ovelha negra do rebanho
Sou o risco no desenho,
O elemento neutro,
O zero, que nem é positivo,
Nem negativo.
Sou um ser não apelativo,
Sou um electrão com carga positiva!
Não tenho lugar,
Vivo na expectativa de aprender
Significados de palavras como “pertencer”,
Vivo com rumo e no entanto
Não sei para onde o vento me leva.
Sou como a poeira que levanto:
Insignificantemente insignificante.
A incerteza em mim é abundante,
Medos em quantidade alarmante,
Tabus que não o deveriam ser,
Acções que não deveriam acontecer.
Esta sou eu,
Que mais posso dizer?
quinta-feira, abril 09, 2009
Viagens por esse universo e arredores de lá...
Vamos dar um salto à lua?
Navegar nos seus mares?
Pular por cima das suas crateras?
Arrancar um pedaço dela?
Hmm, melhor pensando,
Vamos também a Saturno!
Balouçar nos seus anéis,
Fazer corridas neles também!
Não esquecer de visitar a estrela polar!
Tanto para ver, tanto para visitar,
o universo é extenso,
o tempo parece parar.
No vazio, não há matéria,
há beleza, mansidão,
há tristeza, solidão.
Porém,
quando se viaja acompanhado
Nunca se está só.
Vamos lá!
Vamos visitar constelações!
Vamos explorar buracos negros!
Vamos navegar na via láctea!
Orion, Ursa Maior, Ursa Menor,
Castor e Polux,
todas estão à nossa espera!
Basta imaginar
E estamos a viajar,
A quebrar a rotina,
A ver o universo,
e tudo o que está para além dele...
domingo, março 22, 2009
Times, oh they change...
they change,
they change things
people, citys,
they change us.
We can try
and resist,
but the time,
He will allways insist.
Time is like a wave,
it comes and goes,
but never stays.
Time is a machine,
he has no feelings
he doesn't stop for anybody.
Time breaks things
And fixes others,
Time destroys,
Time creates.
It gives,
and it takes it away.
Time is fair
Time is strange,
sometimes it passes trough us running
others it just takes too much time passing by.
Nobody discovered
the reason why.
Maybe one day,
Time will give it away.
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Diário de Bordo
Peniche
Estou na varanda do quarto do Hotel a observar o pôr-do-sol. O tempo, para mim, parou. Não passam as horas, os minutos e segundos. A única coisa que se move é o sol, pouco a pouco, recolhendo-se no seu refúgio subterrâneo nos confins do mar.
Enquanto ouço a Sunburn dos Muse, olho para o horizonte, observo o mar e penso nos segredos que este ainda tem para revelar. Tento adivinhar o que se esconde para além daquela linha imaginária que representa o horizonte, mas só me ocorre que muito provavelmente serão pessoas desconhecidas, navios naufragados, uma ou duas sereias, um barco de pesca ou então terras (ainda) desconhecidas. O sol está a quase a desaparecer, cada vez que olho esconde-se mais um centímetro ou dois e a noite começa a estender o seu manto negro: começa o crepúsculo. O céu rosado, que começou por ser laranja e depois vermelho, começa agora a ficar violeta. É uma rapsódia de cores e tonalidades sem fim.
Nas dunas, a noite começa a estender o seu manto, as gaivotas começam a descer para os seus ninhos e eu, aqui na varanda, a contemplar todas estas mudanças. Agora o sol já desapareceu, começa a abandonar o meu corpo toda aquela sensação de calor que antes tinha. Ainda não há estrelas no céu, mas elas aparecerão, gostam de ser contempladas demais para se esconderem por muito tempo. No entanto, já há luz na rua e os banhistas começam a recolher-se nos hotéis.
Nem parece Inverno. O som do mar, tão perto de mim, remete-me para as férias do Verão. Mas de novo o frio que me gela as mãos e a espinha transporta-me para a realidade. Ainda nem me fui embora e já sinto saudades do mar, da sensação de serenidade, calma e sossego que este me transmite. É tão essencial, tão único, não sei como aguento tanto tempo longe dele.
Ainda o vou ver amanhã, mas não será a mesma coisa, será sempre uma despedida, triste e desgostosa como todas as outras que já tive que fazer.
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
"Stars, when you shine, you know how I feel..."
Contemplo o horizonte e penso em ti,
Quero-me concentrar,
Tento, não consigo, pois penso em ti.
Quando o faço, quando te vejo,
o meu olhar brilha,
o meu coração salta, quase explode,
sinto uma onda de calor invadir a minha face,
uma felicidade extrema que não tem explicação,
felicidade sem aparente motivo ou razão, senão tu.
Estás preso à minha mente, alma e coração,
não sais, não te deixas expulsar,
és mais forte que eu,
mais forte que o meu ser.
Penso em chocolate e acabo por pensar nos teus olhos
Penso em verde e acabo por pensar em ti,
na esperança que representas para mim.
Nunca te tive, mas já te perdi,
Nunca me quiseste, mas eu sou tua,
Nunca me deste o teu coração, mas eu dei-te o meu,
Nunca me pediste nada, mas eu quero dar-te a lua,
o mar, as estrelas, o sol,
para que nada te falte,
para que sejas feliz.
Só penso em ti, nunca pensei em mim,
e agora penso e vejo que não sei porque o fiz.
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Coisas (pensativas) da vida...
Eu penso em muitas coisas mesmo, penso no futuro, no passado e às vezes no presente, embora devesse pensar mais. Penso mais nos outros do que em mim, embora por vezes ninguém o consiga ver. Penso nos amigos, nas paixonetas e paixões. Penso na escola, nos livros, fantasias e também na minha própria morte, mas isso já foi mais frequente do que agora (felizmente). Penso em tanta coisa que até admira nunca me doer a cabeça de pensar! Tenho muitos pensamentos ridículos, do género: "Uhh que fixe! É a primeira vez na minha vida que estou a andar neste pedaço de alcatrão!". Para muitos isto poderá parecer estúpido, mas dá uma certa alegria à vida pensar que estamos a viver novas experiências. Ultimamente tenho pensado o quão boa tem sido a minha vida comparada com outras, também tenho pensado que estou gorda, penso também que tive muita sorte este ano escolar no facto de, numa questão de meses, ter conhecido pessoas tão especiais que já não imagino como seria a minha vida sem elas. Também penso que lhes tenho que agradecer o facto de terem entrado assim na minha vida e me terem deixado entrar na delas. Penso no facto de estar a ficar mais feminina, no facto de cada vez me dar melhor com o meu irmão(coisa impensável aqui à uns anos) e no facto de talvez ainda ter que enfrentar dilemas que pensava nunca mais ter que atravessar.
Como já deu para reparar, penso mesmo demais, mas, a vida é para ser vivida mas também reflectida por isso pensar nela já não é mau de todo!
domingo, fevereiro 01, 2009
The rain will pass, the sun will shine again (um poema para a Mariana)
and with it your smile felt too
The clouds are crying
so as your heart
The whole nature seems to be
reflecting your feelings in the moment
How I hate to see you like this
But my hate turns into sadness
and my sadness turns into melancholy
'Cause I miss that smile you had
Every time I saw you then.
But now, you're depressed
you're sorrow turns you
into a total mess.
You have to be strong
You'll have to fight
the rain,
the wind,
the cold,
but you can do it,
I'm here, we are here
for you.
The rain will stop,
The sun will shine again,
your heart will sing once more
and the smile,
that beautifull daring smile
He will be once again
in the place were it belongs.
Mariana, este é só para ti :) (post nº 150 :D )
It's difficult...
all changed.
We've gone from white to black,
and I think it's my fault
not yours,
It's me whose heart
does not accept other owner
than him.
My heart, well,
I thought I could give it to you,
But my heart isn't mine to give
it's yours to take,
and that's what you didn't do.
I have to settle this unfinished business,
this unsolved puzzle,
I may suffer,
But that's the only way I can overcome
all the pain
all the envy
and when I do this,
the tears that I've shed
would no longer be in vain.
I'm sorry I had to hurt you
I really do
But I can't control my heart
and you couldn't do it too...
sexta-feira, janeiro 09, 2009
O tempo passa, as folhas caem e nós mudamos. Já não sou aquela criança que brincava na rua com os seus amigos e a sua imaginação, também já não sou aquela rapariga que escrevia no seu diário, o seu maior confidente, as suas paixões, desabafos e segredos de pré-adolescente.
O que sou agora? Nem eu sei bem. Cresci em tamanho, cresci em mentalidade(apesar de muitas pessoas dizerem que não), mas sinto que ainda sou um pouco da pré-adolescente e da criança que fui. Conservo-as num cantinho do meu coração e, por muito que queira, não as consigo largar. Elas acompanham-me lado a lado na minha vida, prontas a despertar, dependendo do contexto:
-Quando brinco com o meu irmão, surge a criança, alegre, risonha, pronta a inventar, imaginar, brincar;
-Quando estou na escola, sou eu própria, a adolescente resmungona, sempre a rir, sempre pronta a falar e aprender(aí desperta também um pouco da pré-adolescente);
-Quando se trata de amor, aí está a pré-adolescente, infelizmente ainda lá está, sempre com tantos medos, tantas inseguranças, tanta timidez. Talvez um dia ela se fique apenas pela aprendizagem.
Por vezes escondo quem eu sou na realidade. Por vezes consigo ser várias pessoas diferentes, embora no fundo sejam a mesma:
-A Inês que serve sempre de palhaço para a festa, gozada e a ser motivo de riso;
-A Inês que fala pelos cotovelos, não para quieta, quer sempre conhecer mais e aprender mais;
-A Inês que é ignorada, rejeitada por ser diferente, por ter boas notas;
-A Inês que ajuda quem pode, que ouve e é ouvida, que gosta de passar tardes a conversar sobre música, arte e vida em geral com os amigos, que é livre e gosta de cometer a sua loucura de vez em quando.
Tantas facetas da mesma moeda, não será isso hipócrita? Não, sou sempre a mesma, só muda o contexto onde estou. Sinceramente, quero tanto ser sempre uma só pessoa, com uma só cara... Um dia talvez isso se concretize.
Eu
não sou quem tu queres que seja
e no entanto
sou aquela que mais te deseja
Eu
penso, falo, rio e choro,
dizes para não o fazer em demasia
mas no fundo sabes
que é a fazer tudo isto que nasce a minha alegria
Eu
sou quem tu mais ignoras
sei, porém, que secretamente
me adoras
Eu
Sou o teu oposto
o teu lado negro
Tu
és o meu infimo segredo
minha paixão incurável
Eu
Sou simplesmente inigualável.
sábado, janeiro 03, 2009
Estou presa,
encarcerada,
numa prisão sem grades,
a qual chamo "casa".
Porquê?
Quero sair,
Quero ser livre,
Deixem-me ir!
Não, não vou ficar,
vou fugir,
quero ir ter com eles,
estão a um passo de distância
e, contudo, tão longe de mim.
Tão perto e tão longe
e o tempo, esse hipócrita,
tanto passa a correr,
como passa devagar.
Estou farta,
Tão farta de esperar.
Vejo-me a desejar coisas,
coisas nas quais nunca pensei
alguma vez desejar.
Estou a ficar paranóica,
tirem-me daqui!!!!
segunda-feira, dezembro 29, 2008
Por mais que eu tente
tenho sempre a sólida sensação
de que, no fundo, a minha vida
será uma vida de solidão.
Tenho medo disso,
Medo de não ter ninguém
para me amparar quando eu cair,
para me ajudar quando eu estiver mal,
para comigo recontruir o que foi destruído.
formar aquilo que foi deformado.
Medo de morrer sem alguém a meu lado,
Medo de morrer por não ter alguém a meu lado.
Tantos medos e, no entanto, continuo,
não fico fechada,
trancada,
alojada,
abrigada.
Temo que estar a desafiar
todos os medos,
todos os problemas.
Mas isso faz parte da vida,
Quem não arrisca,
Quem não desafia,
nada tem,
nada alcança.
O prémio final,
esse, terá valor sem igual!
Vencer os medos.
terça-feira, dezembro 23, 2008
That I can love,
but,
Can I be loved?
That's my dilema,
the question for which
I don't have an answer.
Love,
is such a drama,
it must always chock
in some way
or another.
Love it's a collision
between two hearts
that as a simple result:
break or resist.
I'm afraid of colliding
and break my heart,
I'm afraid of the drama,
and all the rest
of this confusing bananorama!
But, I'm starting to think,
that like cars,
hearts are made to resist the chock,
not to bend or to break,
so, I should take a walk on the wild side,
chill out,
do whatever I want,
never giving a shit
to whatever people may think.
Yeah, maybe I'll do that...
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Eh Muchacho!
Come and get me,
I'll give you some pistachio.
Ei Gringo!
Run for your life,
or I'll cut you with my knife.
Olé toro!
Fight for your freedom,
And I'll give you some ouro !
Arriba Chicas!
Let's show this guys
Who is the best with this "caricas"!
Let's go, let's go,
To the "tourada",
Let's see the blood,
Let's eat an "enchilada"!
Caray!
Go for the prize,
Run for you life,
Fool the bull!
Do your "fiesta",
Drink some tequilla,
and end with a siesta!
domingo, dezembro 14, 2008
Vens até mim
nesse teu jeito mansinho,
Dizes: "Boa noite."
E pedes-me um beijinho.
Fechas teus verdes olhos,
tão verdes como os meus,
na firma certeza de que,
amanhã bem cedinho,
os voltarás a abrir.
Ris e voltas a rir,
da pequena bela história
que acabaste de ouvir.
Fechas os olhos,
bem devagarinho,
com muito, muito jeitinho.
Dorme agora,
Meu maninho,
Está na hora de sonhar...
segunda-feira, novembro 24, 2008
Sei dar,
mas não sei bem como pedir,
ou como receber.
Sei amar,
mas não sei como hei-de avançar,
dar o primeiro passo,
se hei-de ou não arriscar.
Sei falar,
Racicionar,
embora não saiba como me calar,
calar-me para não dizer
certas coisas que magoam quem me rodeia.
Tenho amigos e inimigos,
gente que me adora, gente que me odeia,
gente que faz que me adora, gente que,
simplesmente, não se dá ao trabalho de me conhecer,
será que vale a pena?
Não sei, deixo isso ao vosso parecer.
Sei cantar com as palavras,
não com as cordas vocais,
sei como ser adulta,
mas não sei deixar de ser criança,
por vezes no mau sentido,
outras no bom.
Sei fazer,
agir,
actuar,
quem me dera ter coragem,
ser menos tímida,
conseguir-me expressar,
expressar aquilo que realmente sinto
e não mostrar aquilo que pareço sentir.
Sou como sou,
não há que enganar,
não há que mentir,
Sou imperfeita,
mas não seremos todos nós imperfeitos
pelo simples facto de sermos humanos?
domingo, novembro 23, 2008

sábado, novembro 22, 2008
I've got to move on,
I've got to act!
I can't be stuck in my own thoughts
I no longer can hide my feelings,
I've got to open myself to people,
To open my heart to this world.
If I get hurt
I'll cry,
But I'll resist,
And try again,
I'm strong,
I'll insist,
'Cause I won't give up existing.
My doubts used to bury me,
But now I have to dig them up,
up until I see the light.
I'm not worse than the others,
fisically, just less confident than them,
So I'll take a risk,
Come out of this closet,
See through the mist
that involves me,
And see the sun once again.
domingo, novembro 16, 2008
Fica a questão...
sábado, novembro 15, 2008
I want,
but I can't
understand,
Why you hate,
Why you cry,
Why you feel so fragile,
the reason you want to die.
I want,
but I don't
comprehend
The true reason
You want your life to end.
Can you,
Can I?
Why?
Why do you want to cut
the thin line of life?
For dispair?
For blood?
For love?
But, first, think well,
Do you really,
but really,
have the right to do it?
Do you have the guts,
the courage,
to end something
so beautiful, so warm,
with a cold, horrible act of ignorance?
All but dead as a solution,
So stay,
Stay here,
Stay here with me.
(Atenção: Eu não me estou a sentir assim xD )
sábado, novembro 08, 2008
I see how live goes on and of
I see how good it is,
How good it is to be alive.
I see the birds flying
and the bees on the hive,
I see dogs barking,
and as I walk,
my eyes start sparkling
full of joy,
full of merry,
Oh I'm so happy,
So happy to be alive.
I feel like the winner
of a big, big race,
The only chosen
to enjoy a certain grace.
Sometimes live can be so hard,
but as a look to the past
I know it's just makes part
of our existance,
so you got to be persistent,
oh you yes you have,
but now it's time to go to bed =P
quarta-feira, novembro 05, 2008
We are the people,
The ones who suffer with the faults of our governs,
The ones who pay the consequences.
But we can change,
We just have to believe,
Because we already have the power.
So unite,
Shout and scream,
'Cause the riot is here
So fight for your rights!
Hoje, dia 5 de Novembro, foi o dia em que os EUA elegeram pela primeira vez na história um presidente de raça negra, mas mais importante, elegeram um presidente que representa uma nova geração, uma geração de mudança. Hoje é também o dia do Estudante, mas este ficou marcado por um acontecimento que o transformou completamente. Posso dizer que se celebrou o triunfo da democracia mas que de seguida se assinala a sua violação.
Por todo o país ocorreram greves de alunos e em Castelo Branco também houve, nomeadamente, na Escola Secundária Nuno Álvares, mais conhecida por Liceu. Parecia uma manifestação como as outras, pacífica, sem incidentes. Os alunos não estavam eufóricos nem em histeria, os professores não estavam contra, havia um representante dos alunos e tinha mesmo sido escrita uma carta com as razões para a greve, porém este sossego era bom de mais. Os portões estavam fechados e quando a policia e os bombeiros chegaram tentaram, por mais que uma vez, abri-los mas a corrente humana formada por alunos impediu a entrada de ambos. Os polícias ficaram, os bombeiros também.
Chegaram carrinhas à porta da escola e de um momento para o outro ocorreu o pior: Saíram policias e começaram a forçar a entrada na escola, empurrando e agredindo violentamente quem lhes fizesse frente. Não houve diálogo com a representante dos alunos, nem sequer aviso prévio, apenas uma magote violenta de policias a tentar romper aquela corrente de alunos, unidos pelos mesmos motivos: A alteração do Estatuto do Aluno.
Resultado: Miúdos de 3ºciclo agredidos (quando nada tinham a ver com a greve), funcionários e professores que em defesa dos alunos foram também lesados e pais que foram dar com os seus filhos no hospital.
No fundo o que está aqui em causa é mesmo o facto de já as manifestações de alunos serem abafadas com violência. Como serão então as outras? Mais violência? Onde está o direito a exprimir a opinião, o direito de se manifestar livremente, o direito a ser ouvido? Estaremos realmente numa democracia? E se estamos, que democracia é esta que agride pessoas por quererem fazer ouvir a sua voz, quererem ver cumpridos os seus direitos?
Enquanto o nosso "querido" primeiro ministro anda para aí a vender Magalhães estamos nós a (tentar) lutar pelos nossos direitos como alunos. A verdade é que José Sócrates passa a imagem de que tudo vai bem no ensino português mas a realidade é outra completamente diferente e tanto professores como alunos e funcionários sabem disso, mas se tentam alterar o corrigir o "conto de fadas" dos senhor Engenheiro, caí-lhes em cima a (in)justiça. Não percebo porque é que os polícias, muitos deles com filhos estudantes, que passam pelas mesmas situações que nós, puderam alinhar em tamanha barbárie contra os direitos do cidadão, mas que isto é vergonhoso, lá isso é.
Precisamos de uma mudança drástica e rápida ou correremos o risco de entrar numa ditadura(se é que não estamos já numa). Talvez o exemplo dos EUA e tudo o que se passou hoje faça ver que nós também precisamos de um "Obama".
segunda-feira, novembro 03, 2008
Obcession
You're in my heart,
I can't get you out,
I can't pull you appart.
It's difficult to explain,
You're already a part of me,
How can you let that be?
sábado, outubro 25, 2008
Há dias bons
E dias maus.
Os dias bons
costumam passar a correr,
são dias que queres
que voltem a acontecer.
Os dias maus,
passam tão devagar,
tu só queres que passe depressa,
mas não há meio de acabar.
Dias bons ficam na memória,
Os dias maus também,
ambos lembram momentos,
que queres ou não repetir.
Mas no fundo, lá no fundo,
(não te vou mentir)
são os dois importantes,
para que possas crescer.
Dias bons, dias maus:
No fundo são ambos essenciais.
Amanhã é um novo dia
E vais ver como ambos são iguais.
Inês Gouveia
terça-feira, outubro 21, 2008
Oásis
terça-feira, outubro 14, 2008
My heart is a confusion:
Sometimes my feelings
aren't more than
a simple illusion.
It's a tricky puzzle
to solve.
It's like a silver lock
without a key:
No one can understand it,
not even me.
When it's broken,
I'm in a mess.
When I'm lonely
It feels like I have
one half less.
Impossible to describe
This heart without an owner.
It's difficult to understand
Why it is so different
Why it's so hard to mend.
domingo, outubro 12, 2008
A sea of green,
cut by pieces of the blue skies,
with a little bit of sunshine.
Those are my eyes.
The eyes with salty tears
Who run down my face,
everytime I think that,
for you,
I was just a waste.
Tears who doesn't seam to end,
Tears who will not bend,
to my will of controlling them.
There's always tears,
they don't run out,
they run and
they only stop on my mouth.
domingo, outubro 05, 2008
Às vezes não damos valor aquilo que temos. Esquecemos-nos que há pequenas grandes coisas que podem fazer-nos muito mais felizes que as maiores. Queremos ter sucesso, ganhar dinheiro, ter excelentes notas, mas, se não houver ninguém em casa para, depois de todo o trabalho, nos dizer "Correu bem o dia?", "Continua assim!" ou "Tens que corrigir esse ponto." de nada vale tudo o que fazemos. Somos humanos e, como tal, precisamos de alguém que nos dê valor, tal como os outros precisam que nós lhe dêmos valor. É uma simbiose, uma "entre-valorização". Aqueles que mais nos ralham por vezes são os que mais nos amam, os que mais se preocupam. Aqueles que mais brincam connosco são os que mais bem nos querem. Ambição, Trabalho, Saúde, Sucesso e outras não seriam nada sem a Amizade, Amor, Dedicação, Carinho, Solidariedade, Simpatia, (...) .
Os amigos, a família, o Mundo que nos rodeia, são pequenas coisas que por vezes ignoramos e mesmo maltratamos, mas no fundo, eles estão sempre presentes, eles dão-nos o valor que falta na nossa vida.
terça-feira, setembro 30, 2008
Am I suposed to suffer,
Am I suposed to be rejected by my friends,
To be sucked up in a sphere of hate?
I don't have a mate,
I feel lonely in this town:
The ones who liked me
are now the ones
who don't give a shit for you...
Have I changed?
Am I not cool enough for them?
How I'm I suposed to know I'me wrong,
If everybody says I'm fine?
I don't understand why I give a shit for what they do,
You reject me,
I should reject you too.
But that's just me,
More worried about the others,
less about me,
maybe that's really what I have to be,
but it hurts,sometimes,
it hurts when the world turns his back on you,
and you can not do it, too.
sexta-feira, setembro 26, 2008
Your so far away,
I can't see you well,
just a glince
of who you really are.
I can hear you,
but I only ear a whisper:
You're too far,
Too far away from me.
Can I call you name
up in the air?
Would you listen?
Would you say mine?
It's not fair,
That the people here
are separated from those
who're there.
Can we overcome the distance?
Or will we surrender to it?
sábado, setembro 20, 2008
Ele: Tu não estás bem, o que se passa?
Ela: Não é nada, não te preocupes comigo.
------------------------------(Ela suspirou)----------------------------------------------
Ele: Não me mintas, algo se passa, pareces morta por dentro, pareces distante.
Ela: Talvez, não sei, mas porque te devo dizer o que se passa?
Ele: Bem, somos amigos e além disso preocupo-me contigo.
----------------------------------------(Ele corou)---------------------------------------
Ela: Hmm ok. Tudo bem. Mas não quero falar sobre isso.
Ele: Porquê? Deixa-me ajudar-te, quero ajudar-te.
----------------------------------------(Insistiu Ele)-------------------------------------
Ela: Tu não compreendes, é demasiado complicado.
----------------------(Disse ela, com os olhos baixos)-------------------------------------
Ele: Mas eu compreendo, basta explicares-me.
Ela: Não vale a pena, tu não me percebes.
Ele: Posso fazer um esforço para te perceber, basta contares-me o que se passa.
Ela: Não...
Ele: Qual é o teu problema?
---------------(Disse ele com um tom agressivo)-----------------------------------------
Ela: O meu problema é que por mais que tente não consigo esquecê-lo, por muito que faça, por muito que tente ele está preso no meu coração tal como as garras de um predador na presa.
-----------------(Disse ela, com uma lágrima ao canto do olho)--------------------------
Ele:(Inspirou) Compreendo-te, mas tens que ultrapassá-lo, ele não gosta de ti como tu gostas dele.
Ela: Pensas que não tentei já? Pensas que eu não o quero esquecer, que não me esforço por isso? Isso é deixar que uma doença com cura te mate lentamente, pouco a pouco te roube a alegria de viver. Eu já tentei, mas cada vez que o vejo com outra rapariga, o meu mundo desaba, por muito seguro que esteja.
------------------------------------(Ela começou a chorar aos poucos)---------------------
Ele: Eu sei que é dificil, sei que passaram por bons momentos como amigos mas mais que ele, tu tens que seguir em frente, encontrar alguém certo para ti...
-----------------------(Ela interrompeu e disse:)------------------------------------------
Ela: Já tentei, mas ninguém quer saber o que sinto, apenas me vêem como uma amiga, nada mais.
---------------------------------(Ele suspirou)--------------------------------------------
Ele: A solução para tudo o que sentes é encontrares alguém especial, alguém que fale contigo, alguém que não te deixe sozinha, alguém que entre na tua vida e que o retire do teu coração.
Ela: Não encontro ninguém.
Ele: Posso retirar-te esse peso do coração?
Ela: Como?
Ele: Queres deixar-me entrar na tua vida, deixares-me curar esse teu coração desfeito?
...
Ela não respondeu, beijou-o e aí encontrou a solução para o seu problema: Ele.
quarta-feira, setembro 17, 2008
Come on,
go on,
tell me I'm stupid,
tell me I'm fat,
I may care,
but I don't care at all.
I may stare,
I may look scared,
But I will resist,
I will prevail,
Does that makes you pissed?
I may revenge,
bu that depends.
Don't judge me,
If you don't know me,
Don't insult me,
If you're not right.
I'll remember,
time is short,
and I can't forget,
but if you say
Sorry, don't worry
There'll be no regret.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Their world started to fall:
all that they built,
all that they worked for,
all ruined.
She started to realize,
that, after all,
she didn't loved him that much...
She didn't like the way he acted,
she was ashamed of herself,
acting the wrong way,
doing the wrong things,
being judged by her closest friends,
joked by her enemies.
She loved the rose,
but she didn't loved him,
So, in a cloudy afternoon,
She turned to him and said:
"I'm sorry it's not you,
It's me,
We're over,
That's how things have to be."
"But why?- he said-
Why does it has to end?"
"I don't love you
and I'll not fool you
or play with your feelings,
it's better this way."
And then she left him behind,
Trying not to stay,
Trying to run away.
The time passed,
she ignored him a little,
so that he could overcome
all that they had been trough.
But he didn't understand,
he was mad at her,
so he started to joke her,
he started to be ironic,
despicably stupid.
She tried to understand,
She tried to talk,
but he didn't stop,
So she stoped it.
She was so tired to being joked,
She was so tired of him,
That they had a fight.
After that she never spoke to him again,
and he did not speak too.
She is misses the conversations,
the discussions,
the times they spent,
but now it's too late,
now there's only hate.
Once upon a time
there were two teenagers.
She thought she loved him,
She thought she knew it all about relationships,
about kissing,
huging,
loving.
He thought he knew her well,
he thought she was is world:
smart,
cute,
diferent...
They were good for each other,
they understood one another,
they had no secrets...
One day she meet him
for a simple walk
that would become
the beginning of the end.
She said she loved him,
He said: may I kiss you?
Oh! That was the first kiss
of those two.
They tried to understand
what they felt,
what they would do,
She tried to work it out,
He tried too.
But the pressure began to rise,
Until it was oversized,
and then the thing happened:
She freaked out.
She didn't know what to do,
So she did nothing,
And he did nothing too.
One day he made her a surprise,
Took her for a walk,
and in the middle of the fuzz
he ofered her a rose...
She was speachless,
and he, well,
he was in a total mess.
She didn't know what to say,
it wasn't really her fault:
She wasn't ready,
She never had pass trough that.
He was angry:
"Why didn't she react?"
They kissed,
but it wasn't a real kiss,
it felt like an obligation one...
quarta-feira, agosto 27, 2008
Como uma flor apanhada jovem,
Como um fruto colhido verde,
Ela ainda podia florescer,
Ela ainda queria amadurecer,
Ela devia, queria viver.
Talvez o mundo seja injusto,
Talvez a morte tenha errado
e ,por engano,
ter levado
a pessoa errada.
Não sei,
Quem sou eu para saber,
uma mortal,
simples e banal.
Eu só quero saber o porquê,
de tudo isto isto ter que acontecer
a pessoas que já muito tiveram que sofrer.
Ela foi levada,
pelo feitiço da morte
Mas, naquele último súspiro
para trás ficou,
quem neste mundo decadente
mais a amou.
RIP Rafaela... Sei que não te conhecia muito bem mas ninguém merece o destino que tu e todas as pessoas que te amam tiveram.
Tenho medo,
medo de fechar os olhos
e não acordar.
Medo de abrir os olhos
e da minha vida mudar para pior.
Temo pela vida de quem mais amo,
Temo perdê-los de um momento
para o outro.
Tenho medo de chorar por alguém,
de sofrer,
de dizer "amo-te"
e de ver os outros partir.
Guardo para mim o que estou a sentir
mas tenho medo de não lhes revelar
tudo o que na realidade estou a pensar.
Tenho medo,
tanto medo,
da morte
e de morrer.
sexta-feira, agosto 22, 2008
Solidão:
Palavra,
sentimento,
emoção?
Talvez seja,
Ou talvez não.
Desejo,
prazer
ou castigo:
é dificil de dizer.
Isolaste no teu canto,
sem que mais ninguém o saiba,
talvez queiras estar assim,
mas eles não o sabem.
Não sabes ao certo se te sentes só,
Não queres saber
se alguém tem dó,
Só te interessa estares:
Incontactável,
Intocável,
Insuportável.
Alguns procuram-na,
outros evitam-na,
poucos não a temem,
Solidão,
Será ela boa,
ou má?
terça-feira, agosto 19, 2008
I'm a runner.
I'm not saying
that I'm the best,
the fastest,
the strongest runner,
but I am a runner.
I ran to be a embryo,
I ran in my children games,
I ran to win.
Sometimes I run away from my problems,
Sometimes I run out of solutions for them.
In those times I run to my friends.
I run to forget,
I run to forgive,
I run to survive.
Life is a race,
It only ends when you cross the finish line,
or you give up and let the others pass you.
It's a long race,
It's a marathon,
don't try to speed up things,
don't try to cheat,
Do a fair race
and you'll be judged
as a true runner.
I'm doing my race,
I run,
I will run,
I always ran,
Because I'm a runner.
terça-feira, agosto 12, 2008
All these things I've done- The Killers
When there's nowhere else to run
Is there room for one more son
One more son
If you can hold on
If you can hold on, hold on
I wanna stand up
I wanna let go
You know, you know
No you don't, you don't
I wanna shine on - in the hearts of men
I want a meaning from the back of my broken hand
Another head aches
Another heart breaks
I'm so much older than I can take
And my affection
Well it comes and goes
I need direction to perfection
No No No No
Help me out
Yeah
You know you got to help me out
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
Yeah
And when there's nowhere else to run
Is there room for one more son
These changes...ain't changing me
The cold-hearted boy I used to be
Yeah
You know you got to help me out
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
(Time, Thruth and Hearts)
Yeah
You know you got to help me out
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
Over and in
Last call for sin
While everyone's lost
The battle is won
With all these things that I've done
All these things that I've done
(Time, Thruth and Hearts)
If you can hold on
If you can hold on
domingo, agosto 10, 2008

Parecendo que não mas estas pequenas gotas que aqui vemos são de chuva ácida. É estranho como algo que nos assusta no presente, algo criado pelos "erros" dos Homens pode-nos parecer tão belo quando o observamos melhor. Há quem justifique esta beleza dizendo simplesmente que todas as criações de Deus são prefeitas. Eu? Apenas digo que Deus nada tem a ver com aquilo que é criado pelo Homem e este problema não tem qualquer dom divinal.
terça-feira, agosto 05, 2008
Sou uma pessoa que gosta de progresso, de mudanças (boas), que olha para a frente e quer tentar perceber o seu futuro mas, admito, que olho muitas vezes para o meu passado, e não só para os bons momentos mas também para os maus.
Algumas pessoas sentem pena do seu passado não ser o seu presente, outras não querem que lhes recordem essa sua existência remota, por ter sido dura, violenta ou muitas mais coisas. Quanto a mim, sou uma mistura.
Gosto de voltar às origens, aos tempos em que não me preocupava com certos factos que hoje fazem parte da minha rotina cheia de problemas, tempos em que ignorava certas coisas que me fazem pensar:"Bem isto é tão óbvio, eu era mesmo muito inocente e ignorante." Costumo voltar ao inicio de grandes amizades que antes eram pequenas, a lista não é pequena. Já muitas pessoas me surpreenderam, tanto pela positiva como pela negativa, e tal como já vi amizades nascer, já vi outras murchar. Amizades, amores, momentos cómicos e humilhantes, de glória e orgulho, de estupidez e criancice: as origens de tudo isto surpreendem-nos como um pau de dois bicos.
Os erros do meu passado não ficam esquecidos, tento lembrar-me deles pois se os esquecer corro o risco de os repetir novamente: isso é o meu medo, o meu pior inimigo.
É tão bom lembrar momentos como o nosso primeiro beijo, o nascimento do nosso irmão, os nossos aniversários, as brincadeiras com os amigos, o nascer de grandes amizades, mas também é bom rir-mo-nos de momentos como quedas, brigas, partidas que nos pregaram.
O meu passado não é mau, nisso tive sorte, nada material me faltou embora às vezes tenham havido pessoas que me queriam ver em baixo, que me humilhavam sem parar, não viam quem eu realmente era. A essas pessoas não lhes desejo mal, mas tal como não me esqueço dos erros também não me esqueço do que me fizeram, embora não o demonstre se elas me provarem que mudaram.
Olho para trás e chego a uma pequena grande conclusão: Mudei. Já corrigi erros, já mudei o meu visual, a minha maneira de pensar, mas dentro de mim ainda está aquela criança rebelde e irrequieta que sempre me caracterizou, aquela criança que me persegue para todo o lado.
sábado, agosto 02, 2008
Que mundo é este?
Mundo em que fracos sofrem
e não são ajudados,
Mundo em que os poderosos cometem injustiças
e são sempre perdoados?
Não posso acreditar
tantas injustiças,
tão pouca felicidade.
O que vemos na televisão,
são apenas pedaços de sofrimento,
digo para mim própria que estou a sonhar,
mas a realidade é aquela mesma que estou a ver,
já não sei que mais fazer:
Lutar para que tudo acabe,
ou seguir em frente e viver.
Ignorar não é solução,
Quem fala mais alto é sempre o coração.
É impossivel passar ao lado,
todo este mal é nosso vizinho.
Há quem diga que isto vai acabar,
Que os pobres não serão pobres
e que os ricos não o iram continuar a ser,
pura utopia,
de alguém que não está a ver,
todos os crimes,
todas as facadas,
que o mundo está a sofrer.
Que mundo é este
em que estamos a viver?
quinta-feira, julho 31, 2008
can't you see me?
I'm back,
back from a distant land,
but now I'm here,
not there,
You can find me anywhere.
What happened?
How come you're not here?
You're is not the person
who I left behind.
Can it be possible?
I feel like I don't know you.
You think I'm the same
But I changed too.
It's just unfair,
You're making mistakes,
Breaking friendships
and I'm the one picking up the broken pieces.
Why?
segunda-feira, julho 14, 2008
sexta-feira, junho 27, 2008
quinta-feira, junho 26, 2008
segunda-feira, junho 23, 2008
domingo, junho 15, 2008
segunda-feira, junho 02, 2008
domingo, junho 01, 2008
sábado, maio 17, 2008
sexta-feira, maio 16, 2008
sábado, maio 10, 2008
Já dediquei posts a tantas pessoas em singular, a bandas, a obras de arte, a músicas, e agora está na hora de dedicar mais um.
Já escrevi sobre ela no exame do 9ºano, e volto agora a escrever. A pessoa de que vos vou falar pode ainda ser nova, mas tem uma experiência de vida muitissímo superior às de muitas da idade dela. Sabe rir quando tem que rir e chorar quando tem que o fazer. Nunca quer preocupar os outros com a sua vida, mas não deixa de ajuda-los com as suas. Conheci-a à aproximadamente 5 anos, mas foi o suficiente para ela se tornar numa das pessoas mais essenciais da minha vida. Essa pessoa é a Cláudia. Agora estamos em escolas diferentes, na mesma cidade, por isso estamos até relativamente perto uma da outra, mas no fundo longe. Eu posso ter crescido, posso ter mudado, mas ela continua sempre a ser para mim uma daquelas pessoas que fica no meu coração até morrer.
É incrivel a quantidade de partidas que o destino já pregou a este ser humano fantástico, cheio de vida e de alegria para oferecer a quem a trata bem e a respeita pelo que ela é. Já passou por tanto, mas tudo a fez crescer e tornar-se na pessoa que é hoje. Se eu for bem a ver, maior parte das vezes em que estou triste, perdida ou desamparada, é ela que fala comigo, é ela que me acalma e que me ajuda a desembaraçar toda a confusão que se passa à minha volta. Hoje tornou a fazê-lo, sendo sempre sincera mas compreensiva, sempre pronta a ouvir as minhas razões e argumentos, coisa que às vezes é dificil, mas que ela e poucos mais fazem. "One of a kind" seria a expressão com que eu a descreveria. Mas não consigo descrever o que sinto por ela, apenas sei dizer que ela para mim representa a irmã mais velha que eu nunca tive.
Já a macei tantas vezes com os meus problemas e birras de criança que nem sei como me atura, mas que o faz e faz bem, isso não há duvidas.
Que mais posso dizer senão obrigado por tudo =,)
I see myself inside a huge tornado of emotions,
situations and so many things that make that fenomenom
even larger than he really is.
First I was only floating around the air,
looking for a way to get out,
thinking:"This will be over soon."
Now I see the reality,
that small flight was just a beautiful lie,
Because in this moment
The tornado keeps pushing me arround violently,
And it'll be hard to escape without help.
I'm waiting for backup,
but it seems to me that he's not coming from the side
I thought it would.
Can you see me?
I'm running around in circles,
Flying, but falling,
and I'll fall,
I'll fall and fall again,
If no one helps me...
I need a backup,
I need a shoulder were I can put my head,
I need people who care about me,
but why can't I have this?
I know this is just a little problem,
but it's my problem,
I feal alone in this sphere,
but maybe I always did...
Can you see me there?
I'm flying so higher now,
I'll fall, I know,
I wish somebody else did...
terça-feira, maio 06, 2008
Serei um elemento neutro?
Um conjunto solução com o qual,
não se intersecta,
nem sequer uma recta?
Sinto-me rejeitada,
não digo injustiçada,
talvez desvalorizada,
até mesmo desprezada.
Sei que não sou a vítima,
sei que sou culpada,
mas não tenho culpa,
de ser assim.
As pessoas a quem dou valor,
não me valorizam,
Preciso de alguém,
Preciso de algo.
Sinto que falta uma peça no puzzle,
Sinto o copo meio vazio,
Sinto que não recebi algo que envio.
Às vezes quero renascer,
ser outra pessoa,
mas outras vezes quero morrer,
acabar com todo o stress, preocupações,
que me remóiem e me fazem sofrer...
São só pensamentos
obscuros e violentos,
que tenho em certos momentos,
de tristeza, ciúme e relexão.
quarta-feira, abril 30, 2008
Sou impossível,
incontrolável,
inconcebível,
no fundo indomável.
Sou a onda que te molhou,
Sou o defeito que ficou,
Sou o erro que não se eliminou.
Sou tudo,
Sou nada,
Só sei que,
quanto mais sei,
mas sei que nada sei.
Tenho asas nos pés,
A minha lingua é uma garra,
Os meus olhos a esperança,
Nas minhas mãos uma promessa:
escrever até mais não poder.
Todos dizem para não ambicionar,
Todos dizem que não devo sonhar,
mas eu não sou assim,
nunca fui,
nunca serei,
por isso às vezes sofro,
sempre sofrerei.
Dizem que sou chata,
não quero saber,
Dizem que sou incompreensivel,
há quem me saiba compreender,
Dizem que sou convencida,
mas eu sei que isso não sou nem quero ser.
Amo quem me ama,
amo o mar,
amo a minha familia,
os amigos,
o futuro,
tudo o que de novo há,
tudo o que novo já foi,
tudo aquilo que há para descobrir,
Tudo o que no meu coração eu possa sentir.
Sou isto,
sou aquilo,
sou muito,
sou pouco,
serei ninguém?
Não, não sou ninguém,
pois ninguém é perfeito,
e eu o sou,
logo sou alguém,
alguém indescritivel,
mas no fundo compreensivel...
Mas bem, estou de volta de Londres com novas ideias para novos poemas ou textos. Deixo aqui alguns pequenos.
Enjoy ; )
Luzes,
Som,
Cor,
Imagens,
Tudo combinado numa experiência única,
Tudo junto formava uma sinfonia incrivel,
Quase um sonho,
Quase irreal,
Nada me parecia banal.
Estradas voltadas do avesso,
Autocarros de dois andares,
Taxis pretos,
Rodas gigantes,
as pessoas,
os costumes,
tudo tão diferente,
tudo tão magnifico,
infinitamente elegante,
cidade contagiante.
Arte,
moderna ou antiga,
misturadas numa só,
um toque da metrópole,
uma pitada de interesse,
é a receita para a contemplação,
para o espanto,
para a admiração.
Tal como as coisas boas,
Acabou,
e tal como fui,
agora me vou,
despedi-me de ti,
Londres,
com a infinita promessa,
de aí voltar,
talvez quem sabe,
de um dia aí morar,
porque uma cidade como esta,
não será esquecida,
tão bela,
tão moderna e,
ao mesmo tempo,
clássica.
Os jardins,
Os esquilos,
Os palácios,
tudo,
mas tudo,
ficará na minha memória,
para sempre Londres,
para sempre serás para mim a glória.
segunda-feira, abril 07, 2008
Será que não?
Será apenas a minha imaginação?
Não sei,
Não faço a miníma ideia,
apenas preciso de uma veia,
de uma inspiração,
de um pássaro na minha mão,
os outro dois podem bem voar.
Sei bem que sim,
Não tenho a certeza se não,
Contrariação,
aperta-me o coração.
Estou perdida,
quase sem vida,
mas tenho solução,
sigo as minhas palavras,
elas rodopiam num turbilhão de emoções,
sentimentos,
sons,
acções,
mas são verdadeiras,
puras,
como o mais jovem dos corações,
eu sei disso,
são as minhas palavras,
podem estar erradas,
desmembradas,
mas são minhas,
e isso ninguém me poderá tirar.
domingo, março 30, 2008
What is life nothing but a simple string that expands until death...
Do you know what I feel, how I feel, when I'm near you? You don't imagine, you don't even think the possibility of someone like me loving a man like you...
Dizemos-nos racionais, dizemos que somos mais, mas no fundo seremos sempre animais...
I've got a hole in my soul, and a hole in my heart, they can be filled, but that's hard to do...
Only death can stop me from acomplishing my dreams.
Can you feel it? The taste of the wind, the sound of the waves, the magnitude of the mountains? You can't?! Than you're not a humam been...
Ela é apenas uma sombra no mundo, escondida na escuridão, ocultada por seres que se dizem superiores mas que se revelam menos do que são e do que dizem ser. Mas isso vai mudar, isso está a mudar, porque ela não vai desistir, ela irá sempre resistir, no mather the dificulties, no mather tha obstacles, she will, someday, become another light in the world...
segunda-feira, março 24, 2008
Porquê eu?
Porque não outra pessoa,
eu,
não sou nada,
mas sou alguém,
não muito importante,
mas alguém,
existo e subsisto
nesta imensidão de humanos.
Pondero a minha existência,
pobre mas rica,
pequena grande vida,
que ainda há pouco começou,
mas que já vai acabar,
amanhã?
Não sei,
Talvez sim,
Talvez não.
Se existo,
quero desaparecer,
Se desapareço
quero viver,
existir.
Oh mas que doce é o elixir,
Da vida?
Ou da nossa própria morte?
Porque ao viver,
podemos também morrer.
Inês G.
É caso para pensar....
quarta-feira, março 19, 2008
1) Ser saudável, e com isto não digo que não se possa comer fast food, mas convenhamos que comer todos os dias não é lá muito saudável não. Oh, vocês sabem, cumprir aquelas normas e de resto vão ver ao livro de ciências;
2)Ter amigos verdadeiros, sim porque amigos só de nome não vale a pena.Se os tiverem mandem-nos dar uma volta .. ;
3) Ter um objectivo/projecto/plano de vida, nem que seja sobreviver, mas convém ser qualquer coisa que envolva uma profissão, familia, namorado(a),etc... Acreditem, este ponto é importante.
4)Praticar desportos, xadrez,cartas e coisas do género só contam quando se pratica coisas tipo futebol, andebol, volley ou cenas assim;
5) Ser-se criativo, versátil, imaginativo, sério e brincalhão, na medida correcta e nas alturas adequadas.
6) Nada, mas mesmo, NADA de consumir drogas, nem leves, nem sequer tabaco, porque isso implica o ponto 2;
7) Beber mas com moderação. É de evitar ficar bêbeda(o).
8) Conviver com outras pessoas, fazer novos amigos, por assim dizer;
9) Visitar outros países, contactar com outras culturas, conhecer o seu próprio país;
10)Nada de Racismos, Xenofobismos, Terrorismos, discriminações e coisas do género, somos todos da mesma espécie, pelo amor de Deus!! xD
11) Tratar bem os animais e plantas, também são seres vivos e merecem dignidade tal como nós.(a Bárbara vai adorar este ponto xD)
12)Ser empenhado nas tarefas que se realizam, sejam elas importantes ou não;
13) Evitar guardar râncor , não é uma coisa muito bonita;
14)Nunca desistir, às vezes ser teimoso é bom para nós;
15)Fazer algo pelo mundo, nem que seja plantar uma árvore;
16) Ouvir/fazer música. A vida sem ela fica muda, por isso cantem, toquem, gritem, façam o que quiserem mas não parem a música!
17) Cinema e televisão, em moderação;
18)Ser fiel, amigo dos amigos, pedir desculpa(em moderação), enfim ser-se uma boa pessoa;
19)Ter sentimentos, amar, chorar por alguém, rir de algo, isso tudo faz parte da vida;
20) Ler livros;
21)Desenhar, ou pelo menos, tentar desenhar xD ;
...
Já dei uns palpites, agora resta-vos fazer deles o que quiserem, mas acho que estes nem são nada maus para começar. A busca da felicidade é longa e dura, por isso aconselha-se a que começam já, porque nunca se sabe o que o destino faz de nós...
sábado, março 15, 2008
escrevo na esperança que alguém me ouça,
escrevo porque estou a sofrer.
Está na altura de escrever,
aquilo pelo qual estou a sofrer,
escrevo porque me afastei,
escrevo porque desapontei.
Não é preciso ser escritora para escrever,
basta ter-se sentimentos,
basta saber descrever o que estamos a viver,
ou o que gostávamos de fazer.
Escrevo porque me faz pensar melhor,
escrevo porque tento assim corigir os meus erros,
os mais graves,
os mais leves,
mas no fundo erros.
Quero escrever para pedir desculpa,
por tudo o que fiz ou não fiz,
por tudo o que devia ter feito ou não,
sei que fiz coisas das quais agora me envergonho.
Escrevo pela saudade,
pelo amor
e amizade,
solidão,
ou por solidariedade.
Escrevo porque consigo pensar,
no que fiz de mal,
e agora escrevo para que me desculpem,
pelo que fiz e não posso refazer.
terça-feira, março 11, 2008
Passaram já 354 dias exactos sem te poder ver,
sem poder falar contigo,
sem te poder abraçar,
sem poder contigo falar.
Avô,
Lembraste das vezes que me fizeste rir quando estava triste?
Das vezes que me puseste ao colo para guiar?
Ou das vezes que tiravas do bolso usado das tuas calças,
um pequeno presente para me dar?
Eu lembro,
E sinto falta desses tempos,
sinto falta dos almoços,
dos lanches,
dos natais, páscoas e aniversários contigo,
dos momentos contigo.
Quando partiste deixaste no meu coração um vazio,
como se faltasse uma peça no puzzle da minha felicidade,
e muitas vezes penso nisso,
e muito sofro com isso.
Quando a nostalgia me invade,
nada mais tenho a fazer senão ser forte,
e pensar,
que, um dia,
voltar-te-ei a encontrar,
num sítio remoto,
talvez o paraíso, não sei,
mas encontrar-te-ei.
Tenho saudades tuas avô...
Uma amizade diferente,
não tem que ser a melhor,
não tem que ser a mais feliz,
nem sequer a mais contente,
basta ser firme,
basta ter discussões,
obstáculos,
travões,
para quê? Porquê?
Para serem ultrapassados,
Para serem contrariados,
porque é com eles que se fortalece uma amizade,
que se sabe se vale a pena ou não lutar,
por algo tão simples,
como um sentimento,
que pode crescer com o tempo,
ou simplesmente desaparecer,
por vezes acontece,
e é isso que talvez me entristece,
pois uma amizade perdida,
é como uma ferida aberta,
sensível ao toque...
domingo, março 09, 2008
A minha vida,
Um simples fio,
Frágil,
Sensível às rajadas de vento que sopram,
Um fio que enfraquece com o tempo,
Que a qualquer momento é pode ser cortado.
Todos nós temos um fio,
Temos uma vida,
Nascemos,
Crescemos,
Morremos.
Será que tememos a morte,
ou tememos a possibilidade de deixar para trás tudo?
O certo é que muitas vezes a morte não escolhe,
Leva as pessoas que mais gostamos,
As pessoas mais importantes para nós,
É por isso que a tememos tanto,
Não queremos deixar aquilo que mais gostamos,
Não queremos ver quem mais gostamos sofrer por nossa culpa,
Não sabemos o que nos espera do outro lado,
Castigo ou Perdão.
Não sei,
Mas talvez tente saber,
Só que também eu temo morrer,
Só aqueles que não têm nada a perder é que não a temem,
Só aqueles que pensam que sabem o que os espera do outro lado é que não têm medo de morrer,
Mas eu tenho medo,
Tenho medo de não poder mudar o mundo,
Tenho medo de fazer sofrer quem mais amo,
Embora às vezes tivesse pensado que talvez me dessem mais valor se morresse,
Mas isso já passou,
E desta vez estou mais forte,
Estou menos ignorante,
Não vou cair tão facilmente,
E se cair,
Posso até chorar,
Mas vou-me levantar,
Com pouco ou muito esforço,
Mas fá-lo-ei,
Porque eu não desisto,
Eu insisto,
Eu luto por aquilo que quero,
E é isso que torna a vida,
Aquele simples fio,
Numa caminhada com uma direcção,
Numa caminhada cheia de insucessos e conquistas,
Mas rica em experiências,
É isso que a torna diferente.
