quinta-feira, novembro 26, 2009

Nem tudo o que parecé, é!

Pling, pling, pling, pling,
Parece a chuva na janela a bater,
vem chamar-me para a cumprimentar
dá-me um beijo molhado na face
e volta a correr por essas ruas.
No entanto, nem tudo o que parece é,
e na verdade não é chuva que ouço a bater na janela,
mas sim uma torneira a pingar
constantemente,
intermitentemente,
sem parar,
a água perde-se naquele buraco negro
naquele turbilhão de canos sujos e escuros,
mas, novamente, não é o que estou a imaginar.
É um estalido de dedos,
por detrás do qual se esconde um mundo de possibilidades
que dá que fazer à imaginação
antes de saber a verdadeira razão
por detrás desse som tão suave e que passa despercebido
a maior parte deste mundo tão esquecido
que o mais belo e mais rico
pode ser o mais simples e verdadeiro
como o som do estalido de dedos
ou de uma gota de chuva
num dia de nevoeiro.

Será assim tão literal??

às vezes queremos ver o preto no branco
mas nem sempre temos que ser tão literais...
não faz mal abrir a mente,
aceitar o impossível e improvável
não cortar a inspiração
dar asas à imaginação.
Um dia de loucura
é um dia de liberdade,
um dia de extravagância
é um dia diferente,
um dia do presente
em que o futuro não passa de um sonho.
Se não formos livres,
seremos felizes?
Se não formos diferentes,
seremos únicos?
Temos todos momentos em que estamos ausentes
em que nos tornamos trauseantes
no nosso mundo particular.
Será assim tão dificil
encontrar a felicidade?
Haverá maior dificuldade?
Só a é porque complicamos
o que simples é
e passamos ao lado do mundo
não visitamos o que temos
não queremos o que podemos ter
não estimamos aquilo que é fragil.
Não é preciso GPS...
terceira rua à esquerda,
corta e vira,
rompe e tira,
e chega à Felicidade.
Não há como enganar,
é só acelerar...

terça-feira, outubro 27, 2009

Possibilities in Life

Life is uncertain
life is hard
life is a tunnel
where everything's dark.
What will happen next?
What will we be?
Will we return to origins?
What more can we see?
There's life, there's death
and there's life beyond death,
No one knows what's behind that door,
maybe hell is just bellow this floor...
We may try to suceed,
but trying isn't enough:
unless you fight,
you will eventually crumble
and you can bet I'm right
so don't let yourself stumble.
Enjoy it,
live it,
dream it
and do it.
That's my advice,
to have a good life,
I'm not saying you will allways be happy,
but you might actually be it most of the time...

domingo, outubro 25, 2009

Triângulo dos Erros

Erros,errar,
tudo tão elementar,
por muito que digam,
por mais probabilidades
combinatórias e trivialidades
que digam ou possam vir a dizer
a verdade é que mais facilmente
(e mesmo de maneira muitissimo frequente)
erramos do que fazemos aquilo que é correcto.
A regra geral, meus amigos, é tentar não fazer o mal,
tudo é tão prevísivel que faz lembrar o triângulo de Pascal...

quarta-feira, outubro 14, 2009

Ilusionista

Sou como a vida,
crio ilusões.
Sou um criador de fantasia.
Creio em Houdini,
Sou discípulo de Copperfield,
escondo cartas nos meus fatos,
em cantos e recantos que só eu conheço
Creio nos meus truques de magia,
nos mistérios e segredos
escondidos no fundo da minha cartola,
segredos nunca revelados,
que são a alma da minha profissão.
Não me posso dar ao luxo de errar
Não posso falhar uma ilusão,
A vida não é fácil
Não há como voltar a tentar.
Sou mágico, não criacionista,
mas também me podem chamar ilusionista.

Equilibrista

Suspendida na corda bamba
está a minha vida
balanço e volto a balançar
a queda é iminente
mas ainda me estou a tentar equilibrar.
Não há rede lá em baixo,
estou entregue a mim própria
E no ténue ar esqueço tudo e encaixo.
Sou equilibrista,
não há maior alegria
que andar sobre a incerteza
de pisar o vazio ou a corda.
Não vejo grande beleza
em andar de corda em corda
quando tenho a minha,
que não pertence a mais ninguém.

segunda-feira, outubro 05, 2009

Solidão/Novo Mundo

Por muito que eu faça
Por muito que eu diga,
Por mais que eu mude,
as coisas não se alteram,
serei sempre uma deslocada,
uma alma condenada à solidão.
Não encaixo na minha própria terra
sinto-me uma estranha nela...
Já não sei que mais fazer,
A minha vontade é fazer-me à estrada
sozinha, mas feliz,
sem nada nem ninguém,
caminhar em direcção ao mar,
em direcção às ondas
a minha derradeira companhia.
Só elas vão e voltam para mim,
só elas conseguem deixar-me feliz,
por isso parto e deixo tudo
sonho com um novo mundo meu
onde, apesar de sozinha, ao menos sei
que ali não quero ser de ninguém,
quero ser minha e só minha,
mas ainda espero alguém,
embora não saiba bem quem
mas espero, continuo a esperar,
ao menos sei que tenho o mar,
ao menos sei que posso chorar.
Sou uma alma do momento,
vivo consoante o pensamento,
ele é a minha constante,
já nada é como era dantes,
porque muda o pensar e muda o meu rumo,
dividem-se os caminhos dentro da mente
e passo tudo a pente
para que nada escape,
para que tudo me torne contente.
Imagino para mim um mundo melhor,
mais justo, que me dê atenção,
até agora não tive mais que uma mera ilusão,
preciso do real, preciso do surreal,
preciso de ser imortal,
de viver como se não houvesse mal,
de viver sem companhia
mas com uma eterna alegria,
não, não quero estar presa no meu quarto
quando há tanto para ver e para sentir,
quero ver o mundo com os meus olhos,
deixar para trás tudo e talvez todos,
todos que ao fundo são ninguém,
já que nunca tive ao certo alguém.
Nas costas a ilusão,
ponho de lado os medos e segredos
e entrego-me solenemente a este mundo,
que passa agora a ser meu segredo profundo.

Road to Nowhere

Tears runing through my face,
they stop in the corner of my lips
they taste like loneliness
dispair, emptiness.
Tears for fears,
fear of being alone,
fear of a heart of stone.
I'm afraid of loneliness
I'm afraid of fear,
I need you near.
Why can't I go away?
Why do I have to stay?
Why did you go?
Now, the hole in my chest gets bigger
and, as I stare to the vacuum,
the sadness of the view acts like a trigger
and my tears taste worst,
they taste like dispair,
like something unfair,
something who shouldn't be there.
The question isn't "Who" anymore,
there's no "Who" anymore,
there's only "What" left for me.
A "What" without a "Who"
doesn't take away my pain
no, there's something more to do...
So I want to leave,
I have to and will walk alone
The road is all mine now
I might as well enjoy it.

sábado, outubro 03, 2009

The Sims

A vida por um fio,
(neste caso o de um rato),
a amizade é formada,
com técnicas situadas
entre o ódio e o amor.
Uma vida controlada,
quase liberdade condicionada,
para não dizer ditadura,
não somos donos da nossa vontade
tudo é imposto, desde a mais básica necessidade,
há mais parva actividade.
Não dá para viver assim
num mundo onde é tudo virtual
onde nada é real, nada é verdadeiro,
nem o amor, nem o ódio, nem sequer o jardineiro!
Casas construídas em menos de 10 minutos,
imobiliária de sucesso, tudo ao nosso gosto,
com um pequeno senão: não há mais gostos após isso,
só obrigações, preocupações, confusão !
Digam-me, como é possível viver
num mundo onde não há liberdade,
num mundo de imaginação acorrentada
de gente presa e pré fabricada que,
no fundo, não suspeita de nada...

quinta-feira, outubro 01, 2009

Infância

Quero voltar à infância
e esquecer que alguma vez cresci.
Quero reviver o que vivi
voltar à casa na árvore,
aos serões na rua,
voltar a pensar que a lua é um queijo
E a sonhar com o derradeiro primeiro beijo.
Quero esquecer as memórias,
voltar a ser uma criança
não ter preocupação alguma
senão brincar e sonhar,
pintar e imaginar um mundo justo,
um mundo bondoso,
como nos desenhos animados,
rir com os meus amigos
voltar aos tempos em que éramos todos unidos
e em que riamos às gargalhadas
de anedotas e também piadas,
talvez idiotas, mas no fundo inocente.
Ah, riso de criança,
mais belo que qualquer música ou dança,
que encanta e nos espanta,
pois num riso está contido
tudo o que é a infância:
Saltar e correr,
rir e chorar,
brincar e voar com a mente,
ser avião e comboio,
ter bonecas e carrinhos
imaginar como será ser gente,
querer tudo e contentar-se com o nada.
Tempos antigos,
em que a alma era inocente, pura, preservada,
sem que nada a corrompesse,
mas agora, oh o agora,
tudo me parece apenas uma história,
tudo é diferente neste mundo perverso,
no entanto, continuo a sonhar e imaginar,
a correr e a saltar,
para dentro de mim
manter viva esta criança,
que me permite ainda ter esperança,
que as pessoas venham a mudar,
que o mundo deixe de ser injusto
que a lua volte a ser um queijo
e recordar aquele primeiro beijo
como uma boa recordação
e não como um acontecimento vão.

quarta-feira, setembro 30, 2009

Para ti R.

Que pobre despedida
nesta triste partida
em que fico sem uma parte de mim.
Não há nada a fazer
já fiz a minha investida
sem sucesso algum,
foi como perder todos os trunfos,
ficar sem jogo algum.
Não há mais cartas no baralho,
não há mensagens na caixa de correio,
não há restias de comunicação,
resta investigar onde estas estarão
(isto se, de facto, estão).
A saudade deixa marcas,
que não se conseguem ver,
mas eu sinto dia a dia
o quanto isso me faz sofrer.
E no alvor da madrugada,
chego à conclusão de que nada,
nem ninguém, sabe o que sinto,
nem sequer eu já que
este meu coração é teu,
roubaste-o de rajada,
deixaste-me abismada
no meio da rua e sem nada,
agora falta saber,
se o teu coração de ladrão
me queres também oferecer.

segunda-feira, setembro 28, 2009

De que serve olhar as nuvens, se não te podes deitar nelas?

Sento-me à janela e, mais que olhar, observo. Vejo o céu, vejo as nuvens laranja que, à medida que o sol se põe, ganham tons de rosa como se envergonhadas estivessem e finalmente ficam roxas. O dia está a acabar.
Quando me sento e olho para o céu pergunto a mim própria o porquê de olhar as nuvens. Não percebo bem o que há nelas que tanto me fascina. Será a sua mudança de cor com o passar do dia? Será porque tenho esperança de um dia me poder deitar numa? Hmm, não sei.
Tenho curiosidade, tenho fome de saber, porque é que as nuvens se movem, porque é que elas às vezes não se querem mexer? Não quero mais dúvidas, quero respostas concretas, talvez olhe para o céu à procura delas, talvez estejam escondidas algures numa nuvem...
Olho para as nuvens. À dias em que o céu parece a arca de Noé, versão 2. Tão depressa vejo um cão como no momento a seguir ja vejo uma galinha. O vento molda figuras nas nuvens, como se de um escultor se tratasse, mas são efémeras, o vento não gosta de conservar, gosta de mudar, seja de direcção ou de intensidade. Mudam os ventos mudam os tempos... e as figuras. Há quem não as veja, as figuras, e por essa mesma razão padecem de uma doença que é a falta de imaginação. Começam por lhes retirar, quando ainda são pequenos, a criatividade e depois eles próprios acabam por matando a imaginação de forma brutal, um crime horrível e que é cometido frequentemente.
Penso bem, penso outra vez e chego à conclusão que vale a pena olhar as nuvens e imaginar, apesar de não nos podermos deitar nelas...

segunda-feira, setembro 21, 2009

Valorizações e quantificações

Para quê quantificar o amor?
Para quê dar valores à amizade?
Não será mais importante saber
se estes nos trazem felicidade?
Não há como descrever
Estas emoções que se instalam em nós
por isso nem vale a pena tentar saber
que valores e quantidades têm elas
já que só nós que as sentimos
podemos diferenciar,
sem recorrer a números,
raízes quadradas ou qualquer outro par!
Porquê equacionar teorias?
Porque não aproveitar todos os dias
aquilo que a vida tem para oferecer?
Porque é que complicamos o que é simples?
Porque não viver a vida como ela é,
acariciar a neblina matinal,
provar a chuva,
sentir o vento nos cabelos.
Ah! Que bela sensação!
Sabe bem sair de casa
para entrar noutra a seguir,
porque o mundo também é o nosso lar,
uma casa tão extensa
com tanto para descobrir.
Por isso, pergunto eu,
Porque o estão a destroir?

quinta-feira, setembro 10, 2009

11/09/2001

Lembro-me como se fosse hoje: Cheguei a casa da escola, tinha eu 9 anos. Liguei a televisão e comecei a ver os desenhos animados, cumprindo a rotina habitual. Não fazia a mínima ideia que o mundo como o conhecia iria mudar de forma drástica numa questão de minutos. A meio de uma cena de comédia interrompem o programa para uma notícia de última hora. "Uma das torres do World Trade Center foi atingida por um avião." Continuei a acompanhar as notícias e, de repente vi algo no fundo do ecrã: era o segundo avião. Vi-o embater contra a outra torre e não sabia o que dizer, nem fazer. Continuei a acompanhar a reportagem, vi imagens de pessoas que se atiraram das Torres como última alternativa. "Parecem pássaros atingidos por uma bala"-pensei eu. Vi tudo. Tive medo. Tive pena. Tantas dúvidas insurgiram nesse momento e muitas delas tão precoces para uma criança de 9 anos, mas sei que não fui a única com tais pensamentos pois até entre amigos discuti o assunto e todos eles sentiam o mesmo que eu.
Nunca sonhámos que algo como aquilo que sucedeu no dia 11 de Setembro de 20001 pudesse acontecer, mas aconteceu. Milhares de perguntas, poucas com resposta, mas sabiamos que montes de crianças tinham perdido os seus pais nesse dia, montes de familias tinham perdido membros e sabiamos que era horrivel o que estava a acontecer. Ainda hoje me afecta, ainda hoje me lembro de tudo nesse dia, porque marcou a nossa geração, tal como acontecimentos como a queda do muro de Berlim marcou a geração anterior. Este acontecimento é o símbolo que o nosso mundo corre perigo, que qualquer um de nós pode ser o alvo desta guerra "silenciosa" que é o terrorismo. Acho que a pergunta mais significativa que me ocorreu nesse dia e que ainda hoje permanece é: "Porquê?" Continuo a não perceber como é possível a humanidade cometer crimes deste género, descer tão baixo e de forma tão cruel. Acho que os Homens estão a começar a perder aquilo que os identifica: A sua humanidade. Mas isso sou só eu a pensar alto. Mas creio que tenho razão...

Me, Me, Me, Me and, oh, I almost forgot...ME!

Esta é uma daquelas alturas em que a única palavra que consigo dizer é: Foda-se. Sim, peço desculpa pela asneira, mas é o que se adequa a este momento porque mais uma vez fiz o improvável e anormal: fiz asneira.
Gostava de saber o que vai dentro do meu cérebro para que todo o mundo à minha volta seja perfeito e eu seja a unica com problemas quando isso é pura MENTIRA. Toda a gente tem problemas, não sou só eu! Mas, não! É muito dificil para o meu cérebro processar essa informação porque tudo gira à volta de mim. Para ele só existe eu eu eu eu eu eu e eu! Depois o resultado é começar a pensar que está tudo contra mim, que tudo me quer atingir ou magoar ou então abandonar, quando a verdade é que as outras pessoas têm mais com que se preocupar e às vezes não é facil lidar com vários problemas. Por essa mesma razão preciso de me insultar por ser um ser humano irritante e idiota, também por ser ignorante, egocêntrica e estúpida. Já que mais ninguém me chama isso pela frente, mais vale ser eu própria a admiti-lo.

Kudos friends!

domingo, agosto 30, 2009

(Re)Nascimento

Não há como descrever
seja a vida ou morte
nascer ou morrer
não há como saber
o que irá acontecer a seguir,
iremos ficar?
iremos partir?
iremos entrar
ou simplesmente vamos sair?
Eles dizem que é o destino,
mas essa é uma outra maneira de dizer que é azar.
Será um menino?
Será uma menina?
Como saber? Como adivinhar?
Não há carta nem chave
Para se decifrar o mistério.
Será biológico?
Será adultério?
Questionam-se as vozes do bairro dos boatos
Apenas falam, nunca vi nada de actos...
Ao fundo vê-se uma luz,
pode ser um passaporte para o paraíso,
ou talvez para o inferno.
Mas não,
vê-se a luz, ao longe uma face encoberta
por um véu verde pantanoso,
E, de repente, tudo acontece,
Como é fabuloso
quando uma nova vida aparece
em resposta a uma prece,
em resposta a um desejo,
de ter alguém no mundo,
no qual me revejo.

sábado, agosto 29, 2009

Atenções e outras questões

Apesar de ninguém o admitir, todos nós ansiamos por um momento de atenção, um momento em que todas as luzes estão viradas para nós. Eu admito, gosto que me deiam atenção, por boas razões, como é lógico.
É essa a questão que aqui se coloca: Devemos querer que nos prestem atenção por todas as razões?
A minha resposta é não!
Sim, infelizmente existem pessoas que querem toda a atenção concentrada neles próprios, seja por boas ou por más razões, embora, infelizmente, costume ser por más razões. Fazem de tudo, traíem, dizem mal de outras pessoas, embebedam-se compulsivamente por questões de "estilo", exibem-se de todas as maneiras e mais alguma, fumam para se armar em maduros, fazem inveja com coisas insignificantes, rejeitam os outros ou tratam-nos de maneira diferente, fazem-se de coitadinhos(as)etc. Alguns acham-se "rebeldes", outros acham-se "pobrezinhos" e outros acham-se os "maiores", mas isso só prova que existe muita falta de carácter no mundo. Se é atenção que querem, deviam conquistá-la de maneiras correctas, ajudando quem podem, sendo leais, justos, etc, etc, etc...
Mas como já é habitual, são raras essas pessoas, quase tão raras como os políticos justos e verdadeiros(sim, também são muito raros, mas isso é um assunto à parte), mais raras que os diamantes.
Como sempre, temos que viver com essas pessoas, às vezes nós próprios também somos assim, mas há quem abuse...
Não há nada a fazer, somos apenas humanos, a dita "raça superior" que mete a pata na poça constantemente!
Onde está o Super Homem quando precisamos dele? E o Homem Aranha?
O facto é que a nossa única salvação é mesmo cada um de nós tentar ser um Super Homem ou Super Mulher, ou seja, um herói, através de pequenos gestos que fazem a diferença. A questão que se coloca agora é: "Acham que conseguem? "

quinta-feira, agosto 13, 2009

Não!

Não faças isso!
Não digas aquilo!
Não vais sair!
Não te deixo ir!
Não!Não!Não
Não faço a cama!
Não dispo o pijama!
Não arrumo o quarto!
"Já estou farto!"-
dizes tu, olhando-me
com esses olhos austeros,
queres prender-me com ferros
mas eu não vou deixar.
Não!Não!Não!
Que palavra tão frequente
na vida de uma adolescente.

domingo, julho 12, 2009

Re-Think

Can't we see our own decline?
Society is so damn complicated
So, it's really hard to even define
What's wrong and what is wright.
We live in the shadows
but I hope, someday, we'll see the light
and then understand the mistakes we made:
Selfish men who will never fade
Lies and games we always played.
Why can't we simply face
that someday the fate
we'll be the extinction of our own race.
We kill, we torture,
destroy and ruin,
Where is friendship?
Where is peace?
They're gone forever
And will never comeback.
The entire world is being covered up
By a huge shade of black,
Society isn't going anywhere.
So, my friends,
Now I ask:
Are we really God's image on Earth?

quinta-feira, julho 09, 2009

Small reflections

This world is upside down
turned in the wrong direction.
If you stop to think about it
You will see.
I stoped thinking about me
for just a second
and tears burst into my eyes.
We trully are all selfish
Even the kindest person,
Has a monster inside him/her.
The truth is out there,
but it's too sunny,
I rather stay at home.