Run
I'm a runner.
I'm not saying
that I'm the best,
the fastest,
the strongest runner,
but I am a runner.
I ran to be a embryo,
I ran in my children games,
I ran to win.
Sometimes I run away from my problems,
Sometimes I run out of solutions for them.
In those times I run to my friends.
I run to forget,
I run to forgive,
I run to survive.
Life is a race,
It only ends when you cross the finish line,
or you give up and let the others pass you.
It's a long race,
It's a marathon,
don't try to speed up things,
don't try to cheat,
Do a fair race
and you'll be judged
as a true runner.
I'm doing my race,
I run,
I will run,
I always ran,
Because I'm a runner.
terça-feira, agosto 19, 2008
terça-feira, agosto 12, 2008
All these things I've done- The Killers
When there's nowhere else to run
Is there room for one more son
One more son
If you can hold on
If you can hold on, hold on
I wanna stand up
I wanna let go
You know, you know
No you don't, you don't
I wanna shine on - in the hearts of men
I want a meaning from the back of my broken hand
Another head aches
Another heart breaks
I'm so much older than I can take
And my affection
Well it comes and goes
I need direction to perfection
No No No No
Help me out
Yeah
You know you got to help me out
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
Yeah
And when there's nowhere else to run
Is there room for one more son
These changes...ain't changing me
The cold-hearted boy I used to be
Yeah
You know you got to help me out
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
(Time, Thruth and Hearts)
Yeah
You know you got to help me out
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
Yeah
Oh don't you put me on the back burner
You're gonna bring yourself down
Yeah
You're gonna bring yourself down
Over and in
Last call for sin
While everyone's lost
The battle is won
With all these things that I've done
All these things that I've done
(Time, Thruth and Hearts)
If you can hold on
If you can hold on
domingo, agosto 10, 2008
Something diferent...

Parecendo que não mas estas pequenas gotas que aqui vemos são de chuva ácida. É estranho como algo que nos assusta no presente, algo criado pelos "erros" dos Homens pode-nos parecer tão belo quando o observamos melhor. Há quem justifique esta beleza dizendo simplesmente que todas as criações de Deus são prefeitas. Eu? Apenas digo que Deus nada tem a ver com aquilo que é criado pelo Homem e este problema não tem qualquer dom divinal.
Hoje decidi por algo diferente num post. Acho que posso estar a maçar as pessoas por só falar de mim ou de coisas que vão repetindo. Hoje faço algo diferente. Espero que gostem...

Parecendo que não mas estas pequenas gotas que aqui vemos são de chuva ácida. É estranho como algo que nos assusta no presente, algo criado pelos "erros" dos Homens pode-nos parecer tão belo quando o observamos melhor. Há quem justifique esta beleza dizendo simplesmente que todas as criações de Deus são prefeitas. Eu? Apenas digo que Deus nada tem a ver com aquilo que é criado pelo Homem e este problema não tem qualquer dom divinal.
terça-feira, agosto 05, 2008
Passado...
Sou uma pessoa que gosta de progresso, de mudanças (boas), que olha para a frente e quer tentar perceber o seu futuro mas, admito, que olho muitas vezes para o meu passado, e não só para os bons momentos mas também para os maus.
Algumas pessoas sentem pena do seu passado não ser o seu presente, outras não querem que lhes recordem essa sua existência remota, por ter sido dura, violenta ou muitas mais coisas. Quanto a mim, sou uma mistura.
Gosto de voltar às origens, aos tempos em que não me preocupava com certos factos que hoje fazem parte da minha rotina cheia de problemas, tempos em que ignorava certas coisas que me fazem pensar:"Bem isto é tão óbvio, eu era mesmo muito inocente e ignorante." Costumo voltar ao inicio de grandes amizades que antes eram pequenas, a lista não é pequena. Já muitas pessoas me surpreenderam, tanto pela positiva como pela negativa, e tal como já vi amizades nascer, já vi outras murchar. Amizades, amores, momentos cómicos e humilhantes, de glória e orgulho, de estupidez e criancice: as origens de tudo isto surpreendem-nos como um pau de dois bicos.
Os erros do meu passado não ficam esquecidos, tento lembrar-me deles pois se os esquecer corro o risco de os repetir novamente: isso é o meu medo, o meu pior inimigo.
É tão bom lembrar momentos como o nosso primeiro beijo, o nascimento do nosso irmão, os nossos aniversários, as brincadeiras com os amigos, o nascer de grandes amizades, mas também é bom rir-mo-nos de momentos como quedas, brigas, partidas que nos pregaram.
O meu passado não é mau, nisso tive sorte, nada material me faltou embora às vezes tenham havido pessoas que me queriam ver em baixo, que me humilhavam sem parar, não viam quem eu realmente era. A essas pessoas não lhes desejo mal, mas tal como não me esqueço dos erros também não me esqueço do que me fizeram, embora não o demonstre se elas me provarem que mudaram.
Olho para trás e chego a uma pequena grande conclusão: Mudei. Já corrigi erros, já mudei o meu visual, a minha maneira de pensar, mas dentro de mim ainda está aquela criança rebelde e irrequieta que sempre me caracterizou, aquela criança que me persegue para todo o lado.
Sou uma pessoa que gosta de progresso, de mudanças (boas), que olha para a frente e quer tentar perceber o seu futuro mas, admito, que olho muitas vezes para o meu passado, e não só para os bons momentos mas também para os maus.
Algumas pessoas sentem pena do seu passado não ser o seu presente, outras não querem que lhes recordem essa sua existência remota, por ter sido dura, violenta ou muitas mais coisas. Quanto a mim, sou uma mistura.
Gosto de voltar às origens, aos tempos em que não me preocupava com certos factos que hoje fazem parte da minha rotina cheia de problemas, tempos em que ignorava certas coisas que me fazem pensar:"Bem isto é tão óbvio, eu era mesmo muito inocente e ignorante." Costumo voltar ao inicio de grandes amizades que antes eram pequenas, a lista não é pequena. Já muitas pessoas me surpreenderam, tanto pela positiva como pela negativa, e tal como já vi amizades nascer, já vi outras murchar. Amizades, amores, momentos cómicos e humilhantes, de glória e orgulho, de estupidez e criancice: as origens de tudo isto surpreendem-nos como um pau de dois bicos.
Os erros do meu passado não ficam esquecidos, tento lembrar-me deles pois se os esquecer corro o risco de os repetir novamente: isso é o meu medo, o meu pior inimigo.
É tão bom lembrar momentos como o nosso primeiro beijo, o nascimento do nosso irmão, os nossos aniversários, as brincadeiras com os amigos, o nascer de grandes amizades, mas também é bom rir-mo-nos de momentos como quedas, brigas, partidas que nos pregaram.
O meu passado não é mau, nisso tive sorte, nada material me faltou embora às vezes tenham havido pessoas que me queriam ver em baixo, que me humilhavam sem parar, não viam quem eu realmente era. A essas pessoas não lhes desejo mal, mas tal como não me esqueço dos erros também não me esqueço do que me fizeram, embora não o demonstre se elas me provarem que mudaram.
Olho para trás e chego a uma pequena grande conclusão: Mudei. Já corrigi erros, já mudei o meu visual, a minha maneira de pensar, mas dentro de mim ainda está aquela criança rebelde e irrequieta que sempre me caracterizou, aquela criança que me persegue para todo o lado.
sábado, agosto 02, 2008
Que mundo é este?
Que mundo é este?
Mundo em que fracos sofrem
e não são ajudados,
Mundo em que os poderosos cometem injustiças
e são sempre perdoados?
Não posso acreditar
tantas injustiças,
tão pouca felicidade.
O que vemos na televisão,
são apenas pedaços de sofrimento,
digo para mim própria que estou a sonhar,
mas a realidade é aquela mesma que estou a ver,
já não sei que mais fazer:
Lutar para que tudo acabe,
ou seguir em frente e viver.
Ignorar não é solução,
Quem fala mais alto é sempre o coração.
É impossivel passar ao lado,
todo este mal é nosso vizinho.
Há quem diga que isto vai acabar,
Que os pobres não serão pobres
e que os ricos não o iram continuar a ser,
pura utopia,
de alguém que não está a ver,
todos os crimes,
todas as facadas,
que o mundo está a sofrer.
Que mundo é este
em que estamos a viver?
Que mundo é este?
Mundo em que fracos sofrem
e não são ajudados,
Mundo em que os poderosos cometem injustiças
e são sempre perdoados?
Não posso acreditar
tantas injustiças,
tão pouca felicidade.
O que vemos na televisão,
são apenas pedaços de sofrimento,
digo para mim própria que estou a sonhar,
mas a realidade é aquela mesma que estou a ver,
já não sei que mais fazer:
Lutar para que tudo acabe,
ou seguir em frente e viver.
Ignorar não é solução,
Quem fala mais alto é sempre o coração.
É impossivel passar ao lado,
todo este mal é nosso vizinho.
Há quem diga que isto vai acabar,
Que os pobres não serão pobres
e que os ricos não o iram continuar a ser,
pura utopia,
de alguém que não está a ver,
todos os crimes,
todas as facadas,
que o mundo está a sofrer.
Que mundo é este
em que estamos a viver?
quinta-feira, julho 31, 2008
I'm here,
can't you see me?
I'm back,
back from a distant land,
but now I'm here,
not there,
You can find me anywhere.
What happened?
How come you're not here?
You're is not the person
who I left behind.
Can it be possible?
I feel like I don't know you.
You think I'm the same
But I changed too.
It's just unfair,
You're making mistakes,
Breaking friendships
and I'm the one picking up the broken pieces.
Why?
can't you see me?
I'm back,
back from a distant land,
but now I'm here,
not there,
You can find me anywhere.
What happened?
How come you're not here?
You're is not the person
who I left behind.
Can it be possible?
I feel like I don't know you.
You think I'm the same
But I changed too.
It's just unfair,
You're making mistakes,
Breaking friendships
and I'm the one picking up the broken pieces.
Why?
segunda-feira, julho 14, 2008
I've blown up all my hopes,
all my expectations,
dreams and ilusions:
They were all mistakes.
I tried,
I fought,
but now I see
That I've lost.
But just because I gave up,
Doesn't mean I'm sad,
I am ready to move on,
Ready to find a new love,
A new person.
I'm moving on,
but I fought for this
with all my strenghts,
and with all my courage
I've overcomed the shame.
I've learned a lesson,
we can(not) always get what we want.
sexta-feira, junho 27, 2008
Sonhos?
meras ilusões que nos fazem,
por simples momentos,
acreditar que aquilo que nos é negado
pela dura e crua realidade,
pode,eventualmente,
tornar-se verdade.
Sonhos,
fazem-nos perder a cabeça,
fazem-nos abdicar de coisas,
que por acaso são aquelas de que mais gostamos,
fazem-nos mudar,
imaginar,
iludem-nos,
perseguem-nos,
impedem-nos,
por vezes,
de seguir em frente.
Sonhos,
puras e belas desilusões,
não passam de ilusões,
são coisas que raramente acontecem,
mas os sonhos,
ah! Esses nunca desaparecem,
aliás, estão sempre prontos a reaparecer,
para não nos deixar viver,
para não nos deixar sentir realizados?
Talvez.
Sonhos,
são tão bons,
são um filme em que,
as personagens principais,
as estrelas do ecrã,
somos nós.
Tal como a vida de actriz ou actor,
dão cabo de nós,
despedaçam corações
e despertam paixões,
que pensávamos terem acabado
de uma vez por todas.
Quero que este sonho,
ou direi, pesadelo,
acabe.
quinta-feira, junho 26, 2008
If you don't love me, then why:
Why the messages, why the attencion,
why?
You told me once that you wouldn't give up our friendship,
Well my friend,
You did it.
Where's my partner in all those games?
Where is he now?
You're avoyding me,
It's clear, it's evident,
at least you could trie to be less...less.
Someday you'll see what you lost,
someday you'll think:
"I should have give it a shot,
I should have tried one time."
I couldn't avoid it,
It's stronger than me,
but here I am,
playing the fool again,
making all these stuff
and then you didn't even noticed me.
Thank you...for nothing.
segunda-feira, junho 23, 2008
Porquês?
Porquê chorar?
Porquê gritar,
rir, sonhar, inventar?
Porquê?
Porquê fazer,
dizer, ler, escrever?
Porquê?
Porquê existir?
Vivo num mundo de porquês,
um mundo de incessantes perguntas,
e de escassas respostas.
Quanto mais se descobre,
mais se tem que descobrir.
Faltam sempre peças no puzzle da vida,
Falta sempre uma palavra crucial,
Falta sempre um elemento na equipa,
mas porquê?
De volta às perguntas sem resposta
(mas porque é que não têm outro nome
se são assim tantas?),
perguntas às quais gostava de responder,
como, por exemplo:
Porquê morrer?
Porquê sofrer?
Porquê passar fome,
sede, dificuldades?
Porquê eu e não ele?
Porquê ele e não eu?
Será porque sou branca,
ou será porque ele é preto?
Perguntas parvas?
Talvez, depende do ponto de vista.
Acredita,
Se houvesse uma lista...
Bem não poderia haver,
são tantas as perguntas por responder.
Podemos dar-nos ao luxo de fazer suposições?
Talvez, é o principio para uma resposta,
esteja ela certa ou errada.
Depois de tantos porquês,
Depois de tantas suposições,
tudo o que quero são respostas concretas,
respostas simples, eficazes, adaptantes aos meus obstáculos,
à minha vida, mas essas,
oh bem, essas vou ter que as procurar por mim mesma.
domingo, junho 15, 2008
Eu sei que gosto muito de escrever sobre o mar, sei que sou repetitiva, mas o mar é um pedaço da minha essência, é um pedaço do meu coração, por isso vou sempre escrever mais e mais sobre ele. Quem está farto não leia. Isto é o que me vai na alma. Não vou deixar que me a acorrentem.
Esta ideia de homenagear o mar surgiu porque um amigo meu, o João Nuno, numa conversa, me disse uma frase que é traduz o quão bem o mar faz a mim e aos outros e que foi qualquer coisa deste género: O mar acalma a mente. Daí surgiu esta minha ideia de o homenagear.
Homenagem ao mar....
É contigo que acordo e contigo adormeço. Acalmas a minha mente, o meu espírito revolucionário, inquieto, desenfreado, radical.
Tens uma voz que me chama para ti, que me pede para nos unirmos, para formarmos um só ser, uma só alma.
És tão belo, és tão vivo, incendeias almas, sem ninguém compreender o porquê.
Sabes que matas, que tiras sem dar, que fazes sofrer e chorar, redemoinhas sem parar, mas no fundo a culpa não é tua, no fundo és como eu, uma criança alegre, malandra, que vai e volta sem parar de correr, uma criança ainda com muito para aprender.
Ouço a tua voz à distância, por ti e contigo sofro, talvez por não te ver, talvez por te amar ou por gostar de outra pessoa e ver em ti quem eu ali queria encontrar.
O azul é a tua cor, dizem alguns, mas também já te vi verde e negro, tal como se vestisses um fato para todas as ocasiões.
Tens a força de mil homens, mas também tens o carinho e ternura de cem mulheres, o conforto de uma casa e, no entanto, continuas a surpreender, por muito que de ti já se saiba.
Quanto estou nas ondas, não sei o que sinto, é tão profundo que não consigo descrever mas posso dizer que é como chegar de uma longa viagem e entrar em casa.
Finalmente Mar, só te queria dizer que tenho tanta pena de não te ver tanto como eu queria, daí esta minha alegria de poder estar unida a ti pelo meu coração ou pelo azul e verde dos meus olhos que no fundo é um pedaço de ti que em mim se cristalizou.
Uma Casa...
As tuas paredes sussuram,
contam teus segredos às janelas,
que os passam cá para fora,
fazem-no a toda a hora.
As portas acusam já o cansaço,
Os móveis velhos, aústeros e poeirentos,
o desgasto.
Tudo usado e abusado,
Tudo antigo e cansado
de servir a vontade dos Homens.
Tens tanto para contar,
Tantos momentos a recordar,
Viste pequenos crescer,
Graúdos a falecer,
Viste sair e entrar,
pessoas que,
mesmo tendo dedos,
poderias contar.
Casa, abre para mim,
essa tua asa e acolhe-me em ti...
MAR
Desenhas teus passos na areia,
Cantas canções de dor,
Contas, por vezes, histórias de amor.
Vens e voltas,
Vais e voltas a voltar,
Eterna indecisão,
que ninguém consegue decifrar.
Guardas segredos no teu canto mais profundo,
Escondes palavras,
Encantas os Homens,
Fazes chorar,
Roubas a vida,
mas também a sabes dar.
Escreves tuas frases nas praias,
E, no entanto, só as pode compreender,
Não quem mais sabe,
Mas quem melhor te quer conhecer.
segunda-feira, junho 02, 2008
Reflexões...
Este mundo, o meu mundo, já não é aquele mundo que conheci. No meu mundo não havia amigos falsos, não havia guerras, injustiças, desigualdades. Tenho vindo a despertar para uma realidade que não quero ver, uma realidade que não quero conhecer mas que tenho de o fazer, ou serei sempre uma criança.
Há dias em que não quero acordar, dias em que me apetece ficar a viver nos meus sonhos, dias em que me apetece navegar na minha imaginação, viver no meu pensamento, mas a realidade abana-me e faz-me acordar para uma nova jornada.
Não quero acreditar no que vejo, sinto ou pressinto. Será possível? Tanto ódio, falsidade, vingança, morte à minha volta? Será possível acreditar que podemos sobreviver num mundo destes, com pessoas destas? Será possível dar um passo em frente sem ter pessoas a colocarem-nos barreiras para não avançarmos, para cairmos e sermos para sempre esquecidos?
Quero avançar, quero correr em direcção ao meu futuro, mas a cada passo que dou são me colocados obstáculos cada vez mais difíceis, por pessoas que me querem ver triste, por pessoas invejosas, traidoras, falsas, cujo objectivo é fazer a vida negra aos outros.
Sinto-me no meio de uma guerra fria, no meio de uma sociedade de cobiça, em que os bem sucedidos são aqueles que menos trabalham e mais mal fazem. Uma sociedade que não trabalha como um grupo, uma sociedade em que aqueles que mais se esforçam são os mais prejudicados e injustiçados.
Já não respiro o mesmo ar que antes. Talvez nunca tenha respirado, mas só agora tomo plena consciência do que se passa realmente à minha volta.
Poderei eu, uma jovem de 16 anos, fazer algo para alterar este mundo? Poderei eu fazer a diferença ou ser uma pessoa normal, que atropela os outros para ter sucesso? A resposta é difícil. Ainda não posso fazer nada para alterar o mundo, mas num amanhã(que já está próximo) talvez. A única coisa que posso prometer é lutar por isso. Quanto à segunda interrogação, penso que essa é fácil. Não me educaram de modo a que fosse falsa, de modo a que sobrevivesse e tivesse sucesso a todo o custo. Educaram-me a ser honesta, leal e colaboradora para com o próximo e sobretudo a lutar pelos meus sonhos. É isso que vou fazer e sempre farei. Se cheguei onde estou foi à custa de muito suor e dedicação. O meu lema é: Ter objectivos e lutar por eles.
Podem tentar deter-me, eu não vou parar. Podem tentar deitar-me abaixo, mas eu vou tentar resistir. Tenho forças para lutar e um corpo onde reside a minha alma, a minha essência. Basta-me isso e o apoio das pessoas que mais amo para tudo e todos enfrentar.
Não me vingarei, mas todos aqueles que se puseram no meu caminho um dia perceberão que esta míuda não acordou para este mundo para ser mais um ser humano.
domingo, junho 01, 2008
Esta é um poema resultante do meu desapontamento quanto à cantora Amy Winehouse, mais precisamente a sua actuação no Rock In Rio.
Amy,
Se é a autodestruição que desejas,
tenho pena,
tanto talento, tanta emoção,
perdidos por um vicio.
Porque é que não és tão forte,
Porque não te impões,
como a tua voz?
Se tens força para cantar,
porque não tens força para lutar,
contra este problema,
que te impede de encantar,
de impressionar,
tudo e todos?
Porque é que insistes,
ou deverei dizer,
porque é que resistes?
Estás mal,
admite,
cura-te,
volta,
não em preto,
mas em grande.
Porque é que desperdiças,
porque é que arruinas,
tudo o que tens,
tudo o que te deram?
ACORDA!
Porque é que não tentas viver?
Porque é que te esforças tanto para morrer?
Penso que só vais perceber,
que te vais afundar,
quando o teu mundo desabar,
mas aí será tarde demais,
Pois já não vais ter forças para lutar.
sábado, maio 17, 2008
Já escasseiam as palavras,
meu amor,
Já escasseiam as conversas de circunstância,
conversas nas quais penso,
penso no quão belos são teus lábios,
penso no porquê de ninguém te dar valor,
mas porquê?
Será que ninguém quer o teu amor?
Desabafas comigo,
dizes-te desamparado,
perdido num mundo que antes era teu
mas que já não é.
Dizes que estás no canto mais profundo desse mundo,
mas porquê?
Será por ninguém te amar,
ou por não veres quem tudo tem para te dar?
Porque é que não vês,
porquê tantas desculpas?
Porquê tantos "porquês"?
Tantas hesitações,
negações,
confusões,
e no entanto ainda não viste,
que quem mais tem para te dar,
que quem mais te quer amar,
é quem sempre ao teu lado esteve.
A felicidade é um pau de dois bicos,
sempre que aponta para ti,
aponta para outra pessoa,
a pessoa que te faz feliz,
é a pessoa que fazes feliz,
porquê hesitar?
Nunca se sabe quando tudo vai acabar,
por isso o melhor
será mesmo aproveitar.
Eu estou aqui,
quero me entregar
à pessoa certa,
à pessoa que me souber amar,
talvez sejas tu,
não sei,
tenho medo,
não de te amar,
mas de tudo poder estragar,
com um simples,
suave beijo.
E foi o 100º post deste blog!
sexta-feira, maio 16, 2008
Bom aqui fica um pequeno poema que fiz no teste de Português e que valeu muito a pena, já que levantei a nota =P(post número 99!!)
Aquele ser...
Meu espelho, minha vida, minha imagem,
tudo o que sou,
tudo o que fui,
tudo o que mudou,
tudo o que permaneceu:
as memórias, os momentos bem passados,
as histórias ao deitar.
Tudo aquilo que é meu
e tudo aquilo que quero dar,
as coisas de que abdiquei,
os maus momentos que passei,
tudo reunido num ser,
de corpo e alma,
incapaz de se compreender.
Ah! Tão estranho este ser,
que vive e tenta viver,
sonha e quer sonhar,
com aquilo que se passou
e irá passar.
Este ser sou eu,
indescritível,
incompreensível,
cheio da ânsia de viver,
cheio de ânsia de crescer.
sábado, maio 10, 2008
Obrigado =,)
Já dediquei posts a tantas pessoas em singular, a bandas, a obras de arte, a músicas, e agora está na hora de dedicar mais um.
Já escrevi sobre ela no exame do 9ºano, e volto agora a escrever. A pessoa de que vos vou falar pode ainda ser nova, mas tem uma experiência de vida muitissímo superior às de muitas da idade dela. Sabe rir quando tem que rir e chorar quando tem que o fazer. Nunca quer preocupar os outros com a sua vida, mas não deixa de ajuda-los com as suas. Conheci-a à aproximadamente 5 anos, mas foi o suficiente para ela se tornar numa das pessoas mais essenciais da minha vida. Essa pessoa é a Cláudia. Agora estamos em escolas diferentes, na mesma cidade, por isso estamos até relativamente perto uma da outra, mas no fundo longe. Eu posso ter crescido, posso ter mudado, mas ela continua sempre a ser para mim uma daquelas pessoas que fica no meu coração até morrer.
É incrivel a quantidade de partidas que o destino já pregou a este ser humano fantástico, cheio de vida e de alegria para oferecer a quem a trata bem e a respeita pelo que ela é. Já passou por tanto, mas tudo a fez crescer e tornar-se na pessoa que é hoje. Se eu for bem a ver, maior parte das vezes em que estou triste, perdida ou desamparada, é ela que fala comigo, é ela que me acalma e que me ajuda a desembaraçar toda a confusão que se passa à minha volta. Hoje tornou a fazê-lo, sendo sempre sincera mas compreensiva, sempre pronta a ouvir as minhas razões e argumentos, coisa que às vezes é dificil, mas que ela e poucos mais fazem. "One of a kind" seria a expressão com que eu a descreveria. Mas não consigo descrever o que sinto por ela, apenas sei dizer que ela para mim representa a irmã mais velha que eu nunca tive.
Já a macei tantas vezes com os meus problemas e birras de criança que nem sei como me atura, mas que o faz e faz bem, isso não há duvidas.
Que mais posso dizer senão obrigado por tudo =,)
Já dediquei posts a tantas pessoas em singular, a bandas, a obras de arte, a músicas, e agora está na hora de dedicar mais um.
Já escrevi sobre ela no exame do 9ºano, e volto agora a escrever. A pessoa de que vos vou falar pode ainda ser nova, mas tem uma experiência de vida muitissímo superior às de muitas da idade dela. Sabe rir quando tem que rir e chorar quando tem que o fazer. Nunca quer preocupar os outros com a sua vida, mas não deixa de ajuda-los com as suas. Conheci-a à aproximadamente 5 anos, mas foi o suficiente para ela se tornar numa das pessoas mais essenciais da minha vida. Essa pessoa é a Cláudia. Agora estamos em escolas diferentes, na mesma cidade, por isso estamos até relativamente perto uma da outra, mas no fundo longe. Eu posso ter crescido, posso ter mudado, mas ela continua sempre a ser para mim uma daquelas pessoas que fica no meu coração até morrer.
É incrivel a quantidade de partidas que o destino já pregou a este ser humano fantástico, cheio de vida e de alegria para oferecer a quem a trata bem e a respeita pelo que ela é. Já passou por tanto, mas tudo a fez crescer e tornar-se na pessoa que é hoje. Se eu for bem a ver, maior parte das vezes em que estou triste, perdida ou desamparada, é ela que fala comigo, é ela que me acalma e que me ajuda a desembaraçar toda a confusão que se passa à minha volta. Hoje tornou a fazê-lo, sendo sempre sincera mas compreensiva, sempre pronta a ouvir as minhas razões e argumentos, coisa que às vezes é dificil, mas que ela e poucos mais fazem. "One of a kind" seria a expressão com que eu a descreveria. Mas não consigo descrever o que sinto por ela, apenas sei dizer que ela para mim representa a irmã mais velha que eu nunca tive.
Já a macei tantas vezes com os meus problemas e birras de criança que nem sei como me atura, mas que o faz e faz bem, isso não há duvidas.
Que mais posso dizer senão obrigado por tudo =,)
Confusion...
I see myself inside a huge tornado of emotions,
situations and so many things that make that fenomenom
even larger than he really is.
First I was only floating around the air,
looking for a way to get out,
thinking:"This will be over soon."
Now I see the reality,
that small flight was just a beautiful lie,
Because in this moment
The tornado keeps pushing me arround violently,
And it'll be hard to escape without help.
I'm waiting for backup,
but it seems to me that he's not coming from the side
I thought it would.
Can you see me?
I'm running around in circles,
Flying, but falling,
and I'll fall,
I'll fall and fall again,
If no one helps me...
I need a backup,
I need a shoulder were I can put my head,
I need people who care about me,
but why can't I have this?
I know this is just a little problem,
but it's my problem,
I feal alone in this sphere,
but maybe I always did...
Can you see me there?
I'm flying so higher now,
I'll fall, I know,
I wish somebody else did...
I see myself inside a huge tornado of emotions,
situations and so many things that make that fenomenom
even larger than he really is.
First I was only floating around the air,
looking for a way to get out,
thinking:"This will be over soon."
Now I see the reality,
that small flight was just a beautiful lie,
Because in this moment
The tornado keeps pushing me arround violently,
And it'll be hard to escape without help.
I'm waiting for backup,
but it seems to me that he's not coming from the side
I thought it would.
Can you see me?
I'm running around in circles,
Flying, but falling,
and I'll fall,
I'll fall and fall again,
If no one helps me...
I need a backup,
I need a shoulder were I can put my head,
I need people who care about me,
but why can't I have this?
I know this is just a little problem,
but it's my problem,
I feal alone in this sphere,
but maybe I always did...
Can you see me there?
I'm flying so higher now,
I'll fall, I know,
I wish somebody else did...
terça-feira, maio 06, 2008
Pensamentos obscuros
Serei um elemento neutro?
Um conjunto solução com o qual,
não se intersecta,
nem sequer uma recta?
Sinto-me rejeitada,
não digo injustiçada,
talvez desvalorizada,
até mesmo desprezada.
Sei que não sou a vítima,
sei que sou culpada,
mas não tenho culpa,
de ser assim.
As pessoas a quem dou valor,
não me valorizam,
Preciso de alguém,
Preciso de algo.
Sinto que falta uma peça no puzzle,
Sinto o copo meio vazio,
Sinto que não recebi algo que envio.
Às vezes quero renascer,
ser outra pessoa,
mas outras vezes quero morrer,
acabar com todo o stress, preocupações,
que me remóiem e me fazem sofrer...
São só pensamentos
obscuros e violentos,
que tenho em certos momentos,
de tristeza, ciúme e relexão.
Serei um elemento neutro?
Um conjunto solução com o qual,
não se intersecta,
nem sequer uma recta?
Sinto-me rejeitada,
não digo injustiçada,
talvez desvalorizada,
até mesmo desprezada.
Sei que não sou a vítima,
sei que sou culpada,
mas não tenho culpa,
de ser assim.
As pessoas a quem dou valor,
não me valorizam,
Preciso de alguém,
Preciso de algo.
Sinto que falta uma peça no puzzle,
Sinto o copo meio vazio,
Sinto que não recebi algo que envio.
Às vezes quero renascer,
ser outra pessoa,
mas outras vezes quero morrer,
acabar com todo o stress, preocupações,
que me remóiem e me fazem sofrer...
São só pensamentos
obscuros e violentos,
que tenho em certos momentos,
de tristeza, ciúme e relexão.
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