domingo, junho 15, 2008

Eu sei que gosto muito de escrever sobre o mar, sei que sou repetitiva, mas o mar é um pedaço da minha essência, é um pedaço do meu coração, por isso vou sempre escrever mais e mais sobre ele. Quem está farto não leia. Isto é o que me vai na alma. Não vou deixar que me a acorrentem.

Esta ideia de homenagear o mar surgiu porque um amigo meu, o João Nuno, numa conversa, me disse uma frase que é traduz o quão bem o mar faz a mim e aos outros e que foi qualquer coisa deste género: O mar acalma a mente. Daí surgiu esta minha ideia de o homenagear. 

Homenagem ao mar....

É contigo que acordo e contigo adormeço. Acalmas a minha mente, o meu espírito revolucionário, inquieto, desenfreado, radical.
Tens uma voz que me chama para ti, que me pede para nos unirmos, para formarmos um só ser, uma só alma.
És tão belo, és tão vivo, incendeias almas, sem ninguém compreender o porquê.
Sabes que matas, que tiras sem dar, que fazes sofrer e chorar, redemoinhas sem parar, mas no fundo a culpa não é tua, no fundo és como eu, uma criança alegre, malandra, que vai e volta sem parar de correr, uma criança ainda com muito para aprender.
Ouço a tua voz à distância, por ti e contigo sofro, talvez por não te ver, talvez por te amar ou por gostar de outra pessoa e ver em ti quem eu ali queria encontrar.
O azul é a tua cor, dizem alguns, mas também já te vi verde e negro, tal como se vestisses um fato para todas as ocasiões.
Tens a força de mil homens, mas também tens o carinho e ternura de cem mulheres, o conforto de uma casa e, no entanto, continuas a surpreender, por muito que de ti já se saiba.
Quanto estou nas ondas, não sei o que sinto, é tão profundo que não consigo descrever mas posso dizer que é como chegar de uma longa viagem e entrar em casa.
Finalmente Mar, só te queria dizer que tenho tanta pena de não te ver tanto como eu queria, daí esta minha alegria de poder estar unida a ti pelo meu coração ou pelo azul e verde dos meus olhos que no fundo é um pedaço de ti que em mim se cristalizou.
Uma Casa...

As tuas paredes sussuram,
contam teus segredos às janelas,
que os passam cá para fora,
fazem-no a toda a hora.

As portas acusam já o cansaço,
Os móveis velhos, aústeros e poeirentos,
o desgasto.
Tudo usado e abusado,
Tudo antigo e cansado
de servir a vontade dos Homens.

Tens tanto para contar,
Tantos momentos a recordar,
Viste pequenos crescer,
Graúdos a falecer,
Viste sair e entrar,
pessoas que,
mesmo tendo dedos,
poderias contar.

Casa, abre para mim,
essa tua asa e acolhe-me em ti...
MAR

Desenhas teus passos na areia,
Cantas canções de dor,
Contas, por vezes, histórias de amor.
Vens e voltas,
Vais e voltas a voltar, 
Eterna indecisão,
que ninguém consegue decifrar.
Guardas segredos no teu canto mais profundo,
Escondes palavras,
Encantas os Homens,
Fazes chorar,
Roubas a vida,
mas também a sabes dar.
Escreves tuas frases nas praias,
E, no entanto, só as pode compreender,
Não quem mais sabe,
Mas quem melhor te quer conhecer.

segunda-feira, junho 02, 2008

Reflexões...
Este mundo, o meu mundo, já não é aquele mundo que conheci. No meu mundo não havia amigos falsos, não havia guerras, injustiças, desigualdades. Tenho vindo a despertar para uma realidade que não quero ver, uma realidade que não quero conhecer mas que tenho de o fazer, ou serei sempre uma criança. 
Há dias em que não quero acordar, dias em que me apetece ficar a viver nos meus sonhos, dias em que me apetece navegar na minha imaginação, viver no meu pensamento, mas a realidade abana-me e faz-me acordar para uma nova jornada. 
Não quero acreditar no que vejo, sinto ou pressinto. Será possível? Tanto ódio, falsidade, vingança, morte à minha volta? Será possível acreditar que podemos sobreviver num mundo destes, com pessoas destas? Será possível dar um passo em frente sem ter pessoas a colocarem-nos barreiras para não avançarmos, para cairmos e sermos para sempre esquecidos?
Quero avançar, quero correr em direcção ao meu futuro, mas a cada passo que dou são me colocados obstáculos cada vez mais difíceis, por pessoas que me querem ver triste, por pessoas invejosas, traidoras, falsas, cujo objectivo é fazer a vida negra aos outros. 
Sinto-me no meio de uma guerra fria, no meio de uma sociedade de cobiça, em que os bem sucedidos são aqueles que menos trabalham e mais mal fazem. Uma sociedade que não trabalha como um grupo, uma sociedade em que aqueles que mais se esforçam são os mais prejudicados e injustiçados.
Já não respiro o mesmo ar que antes. Talvez nunca tenha respirado, mas só agora tomo plena consciência do que se passa realmente à minha volta.
Poderei eu, uma jovem de 16 anos, fazer algo para alterar este mundo? Poderei eu fazer a diferença ou ser uma pessoa normal, que atropela os outros para ter sucesso? A resposta é difícil. Ainda não posso fazer nada para alterar o mundo, mas num amanhã(que já está próximo) talvez. A única coisa que posso prometer é lutar por isso. Quanto à segunda interrogação, penso que essa é fácil. Não me educaram de modo a que fosse falsa, de modo a que sobrevivesse e tivesse sucesso a todo o custo. Educaram-me a ser honesta, leal e colaboradora para com o próximo e sobretudo a lutar pelos meus sonhos. É isso que vou fazer e sempre farei. Se cheguei onde estou foi à custa de muito suor e dedicação. O meu lema é: Ter objectivos e lutar por eles. 
Podem tentar deter-me, eu não vou parar. Podem tentar deitar-me abaixo, mas eu vou tentar resistir. Tenho forças para lutar e um corpo onde reside a minha alma, a minha essência. Basta-me isso e o apoio das pessoas que mais amo para tudo e todos enfrentar. 
Não me vingarei, mas todos aqueles que se puseram no meu caminho um dia perceberão que esta míuda não acordou para este mundo para ser mais um ser humano.

domingo, junho 01, 2008

Esta é um poema resultante do meu desapontamento quanto à cantora Amy Winehouse, mais precisamente a sua actuação no Rock In Rio.

Amy,
Se é a autodestruição que desejas,
tenho pena,
tanto talento, tanta emoção,
perdidos por um vicio.
Porque é que não és tão forte,
Porque não te impões,
como a tua voz?
Se tens força para cantar,
porque não tens força para lutar,
contra este problema,
que te impede de encantar,
de impressionar,
tudo e todos?
Porque é que insistes, 
ou deverei dizer,
porque é que resistes?
Estás mal,
admite,
cura-te,
volta,
não em preto,
mas em grande.
Porque é que desperdiças,
porque é que arruinas,
tudo o que tens,
tudo o que te deram?
ACORDA!
Porque é que não tentas viver?
Porque é que te esforças tanto para morrer?
Penso que só vais perceber,
que te vais afundar,
quando o teu mundo desabar,
mas aí será tarde demais,
Pois já não vais ter forças para lutar.

sábado, maio 17, 2008

Já escasseiam as palavras,
meu amor,
Já escasseiam as conversas de circunstância,
conversas nas quais penso,
penso no quão belos são teus lábios,
penso no porquê de ninguém te dar valor,
mas porquê?
Será que ninguém quer o teu amor?
Desabafas comigo,
dizes-te desamparado,
perdido num mundo que antes era teu
mas que já não é.
Dizes que estás no canto mais profundo desse mundo,
mas porquê?
Será por ninguém te amar,
ou por não veres quem tudo tem para te dar?
Porque é que não vês,
porquê tantas desculpas?
Porquê tantos "porquês"?
Tantas hesitações,
negações,
confusões,
e no entanto ainda não viste,
que quem mais tem para te dar,
que quem mais te quer amar,
é quem sempre ao teu lado esteve.
A felicidade é um pau de dois bicos,
sempre que aponta para ti,
aponta para outra pessoa,
a pessoa que te faz feliz,
é a pessoa que fazes feliz,
porquê hesitar?
Nunca se sabe quando tudo vai acabar,
por isso o melhor
será mesmo aproveitar.
Eu estou aqui,
quero me entregar
à pessoa certa,
à pessoa que me souber amar,
talvez sejas tu,
não sei,
tenho medo,
não de te amar,
mas de tudo poder estragar,
com um simples,
suave beijo.


E foi o 100º post deste blog! 

sexta-feira, maio 16, 2008

Bom aqui fica um pequeno poema que fiz no teste de Português e que valeu muito a pena, já que levantei a nota =P(post número 99!!)

Aquele ser...

Meu espelho, minha vida, minha imagem,
tudo o que sou,
tudo o que fui,
tudo o que mudou,
tudo o que permaneceu:
as memórias, os momentos bem passados, 
as histórias ao deitar.
Tudo aquilo que é meu
e tudo aquilo que quero dar,
as coisas de que abdiquei,
os maus momentos que passei,
tudo reunido num ser,
de corpo e alma,
incapaz de se compreender.
Ah! Tão estranho este ser,
que vive e tenta viver,
sonha e quer sonhar,
com aquilo que se passou
e irá passar.
Este ser sou eu,
indescritível,
incompreensível,
cheio da ânsia de viver,
cheio de ânsia de crescer.

sábado, maio 10, 2008

Obrigado =,)

Já dediquei posts a tantas pessoas em singular, a bandas, a obras de arte, a músicas, e agora está na hora de dedicar mais um.
Já escrevi sobre ela no exame do 9ºano, e volto agora a escrever. A pessoa de que vos vou falar pode ainda ser nova, mas tem uma experiência de vida muitissímo superior às de muitas da idade dela. Sabe rir quando tem que rir e chorar quando tem que o fazer. Nunca quer preocupar os outros com a sua vida, mas não deixa de ajuda-los com as suas. Conheci-a à aproximadamente 5 anos, mas foi o suficiente para ela se tornar numa das pessoas mais essenciais da minha vida. Essa pessoa é a Cláudia. Agora estamos em escolas diferentes, na mesma cidade, por isso estamos até relativamente perto uma da outra, mas no fundo longe. Eu posso ter crescido, posso ter mudado, mas ela continua sempre a ser para mim uma daquelas pessoas que fica no meu coração até morrer.
É incrivel a quantidade de partidas que o destino já pregou a este ser humano fantástico, cheio de vida e de alegria para oferecer a quem a trata bem e a respeita pelo que ela é. Já passou por tanto, mas tudo a fez crescer e tornar-se na pessoa que é hoje. Se eu for bem a ver, maior parte das vezes em que estou triste, perdida ou desamparada, é ela que fala comigo, é ela que me acalma e que me ajuda a desembaraçar toda a confusão que se passa à minha volta. Hoje tornou a fazê-lo, sendo sempre sincera mas compreensiva, sempre pronta a ouvir as minhas razões e argumentos, coisa que às vezes é dificil, mas que ela e poucos mais fazem. "One of a kind" seria a expressão com que eu a descreveria. Mas não consigo descrever o que sinto por ela, apenas sei dizer que ela para mim representa a irmã mais velha que eu nunca tive.
Já a macei tantas vezes com os meus problemas e birras de criança que nem sei como me atura, mas que o faz e faz bem, isso não há duvidas.

Que mais posso dizer senão obrigado por tudo =,)
Confusion...

I see myself inside a huge tornado of emotions,
situations and so many things that make that fenomenom
even larger than he really is.

First I was only floating around the air,
looking for a way to get out,
thinking:"This will be over soon."

Now I see the reality,
that small flight was just a beautiful lie,
Because in this moment
The tornado keeps pushing me arround violently,
And it'll be hard to escape without help.

I'm waiting for backup,
but it seems to me that he's not coming from the side
I thought it would.

Can you see me?
I'm running around in circles,
Flying, but falling,
and I'll fall,
I'll fall and fall again,
If no one helps me...

I need a backup,
I need a shoulder were I can put my head,
I need people who care about me,
but why can't I have this?

I know this is just a little problem,
but it's my problem,
I feal alone in this sphere,
but maybe I always did...

Can you see me there?
I'm flying so higher now,
I'll fall, I know,
I wish somebody else did...

terça-feira, maio 06, 2008

Pensamentos obscuros

Serei um elemento neutro?
Um conjunto solução com o qual,
não se intersecta,
nem sequer uma recta?

Sinto-me rejeitada,
não digo injustiçada,
talvez desvalorizada,
até mesmo desprezada.

Sei que não sou a vítima,
sei que sou culpada,
mas não tenho culpa,
de ser assim.

As pessoas a quem dou valor,
não me valorizam,
Preciso de alguém,
Preciso de algo.

Sinto que falta uma peça no puzzle,
Sinto o copo meio vazio,
Sinto que não recebi algo que envio.

Às vezes quero renascer,
ser outra pessoa,
mas outras vezes quero morrer,
acabar com todo o stress, preocupações,
que me remóiem e me fazem sofrer...

São só pensamentos
obscuros e violentos,
que tenho em certos momentos,
de tristeza, ciúme e relexão.

quarta-feira, abril 30, 2008

Sou...

Sou impossível,
incontrolável,
inconcebível,
no fundo indomável.

Sou a onda que te molhou,
Sou o defeito que ficou,
Sou o erro que não se eliminou.

Sou tudo,
Sou nada,
Só sei que,
quanto mais sei,
mas sei que nada sei.

Tenho asas nos pés,
A minha lingua é uma garra,
Os meus olhos a esperança,
Nas minhas mãos uma promessa:
escrever até mais não poder.

Todos dizem para não ambicionar,
Todos dizem que não devo sonhar,
mas eu não sou assim,
nunca fui,
nunca serei,
por isso às vezes sofro,
sempre sofrerei.

Dizem que sou chata,
não quero saber,
Dizem que sou incompreensivel,
há quem me saiba compreender,
Dizem que sou convencida,
mas eu sei que isso não sou nem quero ser.

Amo quem me ama,
amo o mar,
amo a minha familia,
os amigos,
o futuro,
tudo o que de novo há,
tudo o que novo já foi,
tudo aquilo que há para descobrir,
Tudo o que no meu coração eu possa sentir.

Sou isto,
sou aquilo,
sou muito,
sou pouco,
serei ninguém?
Não, não sou ninguém,
pois ninguém é perfeito,
e eu o sou,
logo sou alguém,
alguém indescritivel,
mas no fundo compreensivel...
Bom já não escrevia aqui há muito tempo. É o que dá os testes -.-'
Mas bem, estou de volta de Londres com novas ideias para novos poemas ou textos. Deixo aqui alguns pequenos.

Enjoy ; )

Luzes,
Som,
Cor,
Imagens,
Tudo combinado numa experiência única,
Tudo junto formava uma sinfonia incrivel,
Quase um sonho,
Quase irreal,
Nada me parecia banal.
Estradas voltadas do avesso,
Autocarros de dois andares,
Taxis pretos,
Rodas gigantes,
as pessoas,
os costumes,
tudo tão diferente,
tudo tão magnifico,
infinitamente elegante,
cidade contagiante.
Arte,
moderna ou antiga,
misturadas numa só,
um toque da metrópole,
uma pitada de interesse,
é a receita para a contemplação,
para o espanto,
para a admiração.
Tal como as coisas boas,
Acabou,
e tal como fui,
agora me vou,
despedi-me de ti,
Londres,
com a infinita promessa,
de aí voltar,
talvez quem sabe,
de um dia aí morar,
porque uma cidade como esta,
não será esquecida,
tão bela,
tão moderna e,
ao mesmo tempo,
clássica.
Os jardins,
Os esquilos,
Os palácios,
tudo,
mas tudo,
ficará na minha memória,
para sempre Londres,
para sempre serás para mim a glória.

segunda-feira, abril 07, 2008

Será que sim?
Será que não?
Será apenas a minha imaginação?

Não sei,
Não faço a miníma ideia,
apenas preciso de uma veia,
de uma inspiração,
de um pássaro na minha mão,
os outro dois podem bem voar.

Sei bem que sim,
Não tenho a certeza se não,
Contrariação,
aperta-me o coração.

Estou perdida,
quase sem vida,
mas tenho solução,
sigo as minhas palavras,
elas rodopiam num turbilhão de emoções,
sentimentos,
sons,
acções,
mas são verdadeiras,
puras,
como o mais jovem dos corações,
eu sei disso,
são as minhas palavras,
podem estar erradas,
desmembradas,
mas são minhas,
e isso ninguém me poderá tirar.

domingo, março 30, 2008

Pensamentos

What is life nothing but a simple string that expands until death...

Do you know what I feel, how I feel, when I'm near you? You don't imagine, you don't even think the possibility of someone like me loving a man like you...

Dizemos-nos racionais, dizemos que somos mais, mas no fundo seremos sempre animais...

I've got a hole in my soul, and a hole in my heart, they can be filled, but that's hard to do...

Only death can stop me from acomplishing my dreams.

Can you feel it? The taste of the wind, the sound of the waves, the magnitude of the mountains? You can't?! Than you're not a humam been...

Ela é apenas uma sombra no mundo, escondida na escuridão, ocultada por seres que se dizem superiores mas que se revelam menos do que são e do que dizem ser. Mas isso vai mudar, isso está a mudar, porque ela não vai desistir, ela irá sempre resistir, no mather the dificulties, no mather tha obstacles, she will, someday, become another light in the world...

segunda-feira, março 24, 2008

Metafisicamente falando...

Porquê eu?
Porque não outra pessoa,
eu,
não sou nada,
mas sou alguém,
não muito importante,
mas alguém,
existo e subsisto
nesta imensidão de humanos.

Pondero a minha existência,
pobre mas rica,
pequena grande vida,
que ainda há pouco começou,
mas que já vai acabar,
amanhã?
Não sei,
Talvez sim,
Talvez não.

Se existo,
quero desaparecer,
Se desapareço
quero viver,
existir.
Oh mas que doce é o elixir,
Da vida?
Ou da nossa própria morte?
Porque ao viver,
podemos também morrer.

Inês G.

É caso para pensar....

quarta-feira, março 19, 2008

Conselhos para controlar (minimamente) a vida:

1) Ser saudável, e com isto não digo que não se possa comer fast food, mas convenhamos que comer todos os dias não é lá muito saudável não. Oh, vocês sabem, cumprir aquelas normas e de resto vão ver ao livro de ciências;

2)Ter amigos verdadeiros, sim porque amigos só de nome não vale a pena.Se os tiverem mandem-nos dar uma volta .. ;

3) Ter um objectivo/projecto/plano de vida, nem que seja sobreviver, mas convém ser qualquer coisa que envolva uma profissão, familia, namorado(a),etc... Acreditem, este ponto é importante.

4)Praticar desportos, xadrez,cartas e coisas do género só contam quando se pratica coisas tipo futebol, andebol, volley ou cenas assim;

5) Ser-se criativo, versátil, imaginativo, sério e brincalhão, na medida correcta e nas alturas adequadas.

6) Nada, mas mesmo, NADA de consumir drogas, nem leves, nem sequer tabaco, porque isso implica o ponto 2;

7) Beber mas com moderação. É de evitar ficar bêbeda(o).

8) Conviver com outras pessoas, fazer novos amigos, por assim dizer;

9) Visitar outros países, contactar com outras culturas, conhecer o seu próprio país;

10)Nada de Racismos, Xenofobismos, Terrorismos, discriminações e coisas do género, somos todos da mesma espécie, pelo amor de Deus!! xD

11) Tratar bem os animais e plantas, também são seres vivos e merecem dignidade tal como nós.(a Bárbara vai adorar este ponto xD)

12)Ser empenhado nas tarefas que se realizam, sejam elas importantes ou não;

13) Evitar guardar râncor , não é uma coisa muito bonita;

14)Nunca desistir, às vezes ser teimoso é bom para nós;

15)Fazer algo pelo mundo, nem que seja plantar uma árvore;

16) Ouvir/fazer música. A vida sem ela fica muda, por isso cantem, toquem, gritem, façam o que quiserem mas não parem a música!

17) Cinema e televisão, em moderação;

18)Ser fiel, amigo dos amigos, pedir desculpa(em moderação), enfim ser-se uma boa pessoa;

19)Ter sentimentos, amar, chorar por alguém, rir de algo, isso tudo faz parte da vida;

20) Ler livros;

21)Desenhar, ou pelo menos, tentar desenhar xD ;

...

Já dei uns palpites, agora resta-vos fazer deles o que quiserem, mas acho que estes nem são nada maus para começar. A busca da felicidade é longa e dura, por isso aconselha-se a que começam já, porque nunca se sabe o que o destino faz de nós...

sábado, março 15, 2008

Escrevo para me sentir melhor,
escrevo na esperança que alguém me ouça,
escrevo porque estou a sofrer.

Está na altura de escrever,
aquilo pelo qual estou a sofrer,
escrevo porque me afastei,
escrevo porque desapontei.

Não é preciso ser escritora para escrever,
basta ter-se sentimentos,
basta saber descrever o que estamos a viver,
ou o que gostávamos de fazer.

Escrevo porque me faz pensar melhor,
escrevo porque tento assim corigir os meus erros,
os mais graves,
os mais leves,
mas no fundo erros.

Quero escrever para pedir desculpa,
por tudo o que fiz ou não fiz,
por tudo o que devia ter feito ou não,
sei que fiz coisas das quais agora me envergonho.

Escrevo pela saudade,
pelo amor
e amizade,
solidão,
ou por solidariedade.

Escrevo porque consigo pensar,
no que fiz de mal,
e agora escrevo para que me desculpem,
pelo que fiz e não posso refazer.

terça-feira, março 11, 2008

Avô

Passaram já 354 dias exactos sem te poder ver,
sem poder falar contigo,
sem te poder abraçar,
sem poder contigo falar.
Avô,
Lembraste das vezes que me fizeste rir quando estava triste?
Das vezes que me puseste ao colo para guiar?
Ou das vezes que tiravas do bolso usado das tuas calças,
um pequeno presente para me dar?
Eu lembro,
E sinto falta desses tempos,
sinto falta dos almoços,
dos lanches,
dos natais, páscoas e aniversários contigo,
dos momentos contigo.
Quando partiste deixaste no meu coração um vazio,
como se faltasse uma peça no puzzle da minha felicidade,
e muitas vezes penso nisso,
e muito sofro com isso.
Quando a nostalgia me invade,
nada mais tenho a fazer senão ser forte,
e pensar,
que, um dia,
voltar-te-ei a encontrar,
num sítio remoto,
talvez o paraíso, não sei,
mas encontrar-te-ei.

Tenho saudades tuas avô...
Amizade diferente...

Uma amizade diferente,
não tem que ser a melhor,
não tem que ser a mais feliz,
nem sequer a mais contente,
basta ser firme,
basta ter discussões,
obstáculos,
travões,
para quê? Porquê?
Para serem ultrapassados,
Para serem contrariados,
porque é com eles que se fortalece uma amizade,
que se sabe se vale a pena ou não lutar,
por algo tão simples,
como um sentimento,
que pode crescer com o tempo,
ou simplesmente desaparecer,
por vezes acontece,
e é isso que talvez me entristece,
pois uma amizade perdida,
é como uma ferida aberta,
sensível ao toque...

domingo, março 09, 2008

Reflexão...

A minha vida,
Um simples fio,
Frágil,
Sensível às rajadas de vento que sopram,
Um fio que enfraquece com o tempo,
Que a qualquer momento é pode ser cortado.
Todos nós temos um fio,
Temos uma vida,
Nascemos,
Crescemos,
Morremos.
Será que tememos a morte,
ou tememos a possibilidade de deixar para trás tudo?
O certo é que muitas vezes a morte não escolhe,
Leva as pessoas que mais gostamos,
As pessoas mais importantes para nós,
É por isso que a tememos tanto,
Não queremos deixar aquilo que mais gostamos,
Não queremos ver quem mais gostamos sofrer por nossa culpa,
Não sabemos o que nos espera do outro lado,
Castigo ou Perdão.
Não sei,
Mas talvez tente saber,
Só que também eu temo morrer,
Só aqueles que não têm nada a perder é que não a temem,
Só aqueles que pensam que sabem o que os espera do outro lado é que não têm medo de morrer,
Mas eu tenho medo,
Tenho medo de não poder mudar o mundo,
Tenho medo de fazer sofrer quem mais amo,
Embora às vezes tivesse pensado que talvez me dessem mais valor se morresse,
Mas isso já passou,
E desta vez estou mais forte,
Estou menos ignorante,
Não vou cair tão facilmente,
E se cair,
Posso até chorar,
Mas vou-me levantar,
Com pouco ou muito esforço,
Mas fá-lo-ei,
Porque eu não desisto,
Eu insisto,
Eu luto por aquilo que quero,
E é isso que torna a vida,
Aquele simples fio,
Numa caminhada com uma direcção,
Numa caminhada cheia de insucessos e conquistas,
Mas rica em experiências,
É isso que a torna diferente.